8.13: A Plêiade
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Salmos 109

Salmos 109 lyrics by 8.13: A Plêiade. Não posso andar sozinho Tenho medo da escuridão Se os tempos são sombrios O remédio não é solidão Voltei a ser criança...

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Lyrics

Salmos 109

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Não posso andar sozinho

Tenho medo da escuridão

Se os tempos são sombrios

O remédio não é solidão

Voltei a ser criança com medo

Do vento da chuva lá fora balançando os galhos

Que em cada relâmpago se transforma

Em monstros na parede do meu quarto

Me escondo embaixo do cobertor

Pra mim ele não serve só pra aquecer do frio

E fico até cair no sono protetor

Na esperança que o pesadelo não me dê calafrios

Naldo, quem mandou virar adulto

Respaldo, amor não há nem em culto

Sepulto, minha criança interior

Esse puto, cria ânsia e se internou

Não em clínica de recuperação

Sem mínima recuperação

Pois é cínica a recuperação

Na íntima, não recupera a ação

Já tão dizendo que eu tô meio paranoico

Mesmo sabendo que o momento não é nada heroico

Sinto que sou perseguido tipo o Frei Tito no exílio

Psico pós ter sofrido por milico típico o maníaco Ustra, a tara

E ídolo de um político ridículo que pra bolsominion é mito

E isto por ter sido um maldito desprezível filho da puta pátria

Não posso andar sozinho, tenho medo da escuridão

Se os tempos são sombrios o remédio não é solidão

Me encontro tão perdido no meio de uma multidão

Com síndrome de perseguição

Vejo minha sombra sendo um adversário forte

Quanto vale sua vida num vale que assombra a morte

Eu tô sem porte, carregando munição

Palavras são passaporte, transporte sem ficção

Nessa missão, me sinto tão vigiado

Por olhos que tão famintos me sinto encurralado

Vivo o pecado, chapado, nessa madruga

Copo ao lado resultado desse fardo numa fuga

Olhando o espelho vendo um adversário forte

Que insiste nos seus erros que me seguem até morte

E o tempo passa nem que eu faça devagar

Escolhas são como escritas que nada pode apagar

E a inocência de um moleque se vai

Tão fácil, tão difícil, complexo demais

Buscando paz, cá cabeça na guerra

Aqui jaz, um a mais, ser humano que erra

Mais um na terra nessa jogo de azar

E o que nos ferra é as vezes acreditar

Mais um na terra, vendo a vida passar

Em meio a tempos difíceis sem sair do lugar

Quem que me segue que me entregue

A direção, solução pros meus problema

Quem só persegue nunca percebe

Nunca consegue se enxergar num próprio tema

Nem entendo mais minhas causas

Eu busco pausa só pra poder me encontrar

Se eu tô perdido, quem me salva?

De peito aberto é incerto acreditar

Paranoias sempre me corrói a mente a

Às vezes sigo em frente só pra não voltar

Medo se faz presente, alma ficou ausente

Me mostro sorridente a um passo de chorar

Não posso andar sozinho, tenho medo da escuridão

Se os tempos são sombrios o remédio não é solidão

Quem será o meu inimigo no meio de uma multidão

Com síndrome de perseguição

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