Terra onde o sol iluminou os corações
Nessa roma moderna, totem de miséria e vida
Ai a vida, ai a vida, ai a vida
Terra onde o sol nos assentou num império sem lei
Onde o jus é natural, o direito ao caos à vida
E há vida, e há vida, e há vida
No florescer, no lixo existe um viço que nos faz crescer
Com as mãos unidas abram alas, portas e os corações
Com as mãos unidas abram alas, portas e os corações
Com as mãos unidas, renascer das cinzas
Outeiros, pandeiros e os batidões
Terra onde o sol nos castigou os corações
Mas o lobo entre nós não cala essa voz que grita
Quero vida, quero vida, quero vida
Terra onde o sol se instaurou como um marco, um farol
Despertou nossa voz e as leis já não chegam
Pro amor que quer vida, que quer vida, que quer vida
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