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Na Paz dos Cemitérios

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Lyrics

Na Paz dos Cemitérios

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É quente, os pensamentos não é milagreiro

Quantas vezes, em fé tentei evitar seu enterro

Ver teu sorriso aqui comigo

Só pra não ver mais a mãe clamando a deus a morte pro seu retrato rapaz

Vai vendo, oh tio

Cê conseguiu levar no teu caixão

A felicidade da mãe minha admiração

Inteligente pra caralho, enquanto ninguém dava nada

Com o que é que fosse provava sua capacidade na prática (alô, alô)

Já não tem mais as ligação

Das puta dos trutão, é foda né tiozão

Sei que vingança não traz de volta

Mas não vi ninguém mover um dedo pra saber

Nem quem matou você

É desse jeito, nada contra ninguém

Se existe raiva é de você

Que quantas vezes nóis falava e não escutava

Sempre tendo, no exemplo, os bangue que deu certo

Esquecendo os parceiro que os gambé mandou pro inferno

Parabéns! Confesso nunca vi um velório tão lotado

Nem a mãe daquele jeito quase tendo infarto

Espero que tenha sido válido toda grana

Que pra nós não mudou nada mas te deu muié na cama né

Fama, conceito nas cadeia nas quebrada

Pano, e quanto a farinha, cê que bancava

Pro resumo na prática de novo não ser diferente

Um número em estatística matando em desgosto os parente

Por que você, não me escutou

Acabou a guerra, o sonho se manifesto em dor

Provando que sorriso que mata não tem valor

Por que você, não me escutou

Acabou a guerra, o sonho se manifesto em dor

Provando que sorriso que mata não tem valor

Sei que se pá nem era a intenção, pagar com ingratidão

Nosso veneno quando cê foi preso aquela mão

Lembro, como se fosse ontem sua indignação com o cheiro de mijo

Os teco de vidro na alimentação

Pra nunca mais, é, esse era o primeiro plano

Até voltar a colar na banca e se iludir de novo

Esqueceu o olho roxo, na mão dos funcionário

Até implorou pra mãe parar de denunciar os maus trato

Às vezes tento descobrir o que faltou

Pra te impedir de engatilhar de novo

Até se lembrou dos vômito com os coágulos de sangue

Só que as doses de Absolut no copo era mais importante

Carteira assinada não arranca sorriso das vaca

Nem traz aos 20 uma Hilux importada

Eu sei, só que não existe lógica para todo luxo

Se o preço é cadeia e antes dos 25 túmulo

Queria ter a chance de te perguntar

Se foi satisfatório era ai que cê queria chegar

Se foi sem ver nem o pivete nascer

Outro que só em foto o pai pôde conhecer

Que seu exemplo seja o que ele não deva seguir

Pra não viver, com civil na bota querendo extorquir

Pro resumo na prática de novo não ser diferente

O número em estatística matando de desgosto os parente

Por que você, não me escutou

Acabou a guerra, o sonho se manifesto em dor

Provando que sorriso que mata não tem valor

Por que você, não me escutou

Acabou a guerra, o sonho se manifesto em dor

Provando que sorriso que mata não tem valor

Seu caso não repercutiu, com clamor popular

Como a menina que o próprio pai jogou do sexto andar

Seguiu os padrão dos porco, dos que brincavam entre os esgoto

Sem crimes cope e delito onde acharam seu corpo

Invés do sábado de sol, um peão com o filho

Hoje tá entre os 95% de homicídio

Esperando atenção na gaveta sem solução

Porque pobre aqui só vale em época de eleição

Não entenda mal, a intenção não é julgar

Só tenta entender o que te fez continuar

Depois do choque, dos gambé chutando sua cara

Querendo o nome de quem matou o polícia na quebrada

Seguiu a saga dos criminoso sem glória

Que só faz saudade no peito bomba biológica

Aqui se enterra sorrindo, e tem desilusão

No cortejo com sangue escorrendo entre os vão do caixão

Você foi outro que bateu no peito honrou

Que nem pelo sofrimento da própria mãe mudou

Só não ficou, pra ver as noites tristes sem dormir

O desespero em silêncio te querendo aqui

Acabou as dor de cabeça felizmente

Só que pior que a própria morte é enterrar um parente

E ontem foi a vez dela, segundo o médico

Não resistiu o câncer no cérebro

Por que você, não me escutou

Acabou a guerra, o sonho se manifesto em dor

Provando que sorriso que mata não tem valor

Mas por que você, não me escutou

Acabou a guerra, o sonho se manifesto em dor

Provando que sorriso que mata não tem valor

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