Não há nada mais vivo que um rio
Eu desconheço ser ingênuo o desencárnio de narciso
O reflexo mostrou-se tanto e a todo sentido
Que o rio é mais humano que muito ser vivo
E nem por isso é necessário ser tanto difícil
A mesma margem que a madura molha, jorra ao infinito
E ao evaporar, um pedaço do rio
Se lança e se laça em outro ciclo
Mas nunca deixa de seguir seu fluxo contínuo
Oh, iara. prima de iemanjá
Cante seus segredos, me ajude a nadar
Para que eu possa achar alguém para amar
E amar e amar para sempre
Pra ter na vida um rumo diferente
Sem saber que irei me enganar
Não há nada mais vivo que um rio
Eu desconheço ser ingênuo o desencárnio de narciso
O reflexo mostrou-se tanto e a todo sentido
Que o rio
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