Alkamuzy
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Verdades

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Lyrics

Verdades

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Não pago de bandido, amigo inimigo

É fácil ser falso

Com as corrente emprestada, carro alugado

Assim eu não faço, não

Não minto pra você, ostentando as puta

E dinheiro no maço

Verdades, maresia, olheira

Mormaço, horas sem cansaço

Me levantei, fome de vencer

Escapei da forca e do laço

Se liga vacilão, se cruzar meu caminho

Já era, falou, um abraço

Tu devia morrer de vergonha, quem não bate apanha

Eu decido no braço

Engatilho a rima e atiro

O peito não é mas o verso é de aço

Logo eu que escrevi, nova mosca

Brasil faroeste, vida e criança

Ostentando luxúria, ganância

E dinheiro, jamais, eu matava a esperança

Minha vergonha na cara, motiva

As crianças na rua morrendo de fome

Verdades, aprendi o necessário

Rebelde moleque, atitude aqui é de homem

Obrigado minha mulher, meu filho

A família inteira que não surta

Eu tenho que fazer, o tempo ajudou

Mas a vida é curta

Escrevendo acordando, dormindo compondo

Sonhando e rimando

Nem dormindo a cabeça desarma

Confesso ela continua se armando

Não falei que não atiro, eu atiro palavra

Não jogo palavras ao vento

Um cientista da escrita, voando com a papel e caneta

Esse é meu reinvento

Eu destilo a verdade, eu narro que vejo

Meu povo escute e veja

Produto de limpeza ou revista

Não é, é real onde quer que esteja

Estrelato sem cor no tom

Sem tom, branco, preto, amarelo ou mulato

Falsos messias, sigo perseguindo

No som tatuado o relato

Só quero educação, saúde, cultura

E não fui o melhor estudante

Politico rouba com apetite

Maior que fome de elefante

Logo eu que escrevi, nova mosca

Brasil faroeste, vida e criança

Ostentando luxúria, ganância

E dinheiro, jamais, eu matava a esperança

Minha vergonha na cara, motiva

As crianças na rua morrendo de fome

Verdades, aprendi o necessário

Rebelde moleque, atitude é de homem

Sou otimista, creio no amanhã

Mesmo sem saber quando é minha hora

Meu carma minha escrita, denúncia

Disputa, luta melhora

Agora vomito verdades, em cima de você

E quem sabe, explica

A cada lei que é comprada

Pelo sistema meu ódio triplica

Queria o que?

Ver eu pagando de ostentação

Gastando rima em vão

Vendendo mentira pra me sustentar?!

E cantando putaria pra novinha rebolar? Atá!

Basta fazer a mudança

E cada um fazer sua parte

O coração só aguenta

Quando não tem medo do enfarte

Respeito aos antigos, o velho é aquilo

Uso, depois joga fora

Vida é serventia, humano é útil

Respeito senhor e senhora

Pra que, quem diria aposentadoria

E pra os nossos os idosos não fazer nada

Esquecer quem correu pela gente

Abandono no asilo, esmola na calçada

Não adianta cuidar dos idosos

E esquecer do jovem que trabalha e estuda

Não adianta querer ajudar

Se em troca querer receber ajuda

Não adianta cuidar só de gente e esquecer

Plantas e animais

Sem a fauna e flora jamais

Naturais normais seriam anormais

Não adianta vender sua alma

Seu nome sua vida, então se conforme

Não adianta eu gritar as verdades

Se existem mentiras usando uniforme

Logo eu que escrevi, nova mosca

Brasil faroeste, vida e criança

Ostentando luxúria, ganância

E dinheiro, jamais, matava a esperança

Minha vergonha na cara, motiva

As crianças na rua morrendo de fome

Verdades, aprendi o necessário

Rebelde moleque, atitude é de homem

Logo eu que escrevi, nova mosca

Brasil faroeste, vida e criança

Ostentando luxúria, ganância

E dinheiro, jamais, matava a esperança

Minha vergonha na cara, motiva

As crianças na rua morrendo de fome

Verdades, aprendi o necessário

Rebelde moleque, atitude é de homem

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