Arqui Rival
Lyric guide

Contos de Uma Viela Escura (part. CTS)

Read Contos de Uma Viela Escura (part. CTS) lyrics by Arqui Rival on LyroVerse, with linked artist context and related song paths.

Arqui Rival visibility0 visits
person Curated by Ethan Walker LyroVerse team
Reference snapshot

The page facts to cite before the commentary

Use this page for the lyric text, linked artist context, and any LyroVerse editor's note attached to the song. Listener comments remain user-generated and should not be treated as the primary source.

Page type: lyric reference Artist: Arqui Rival Canonical path: /arqui-rival/contos-de-uma-viela-escura-part-cts Related lyric paths: 5
Lyrics

Contos de Uma Viela Escura (part. CTS)

The lyric stays readable and compact here; the note and related paths sit nearby so you do not lose the song while looking for context.

Indignado, endiabrado, cria da rua

Não quis bola e nem escola e sim viver a luz da lua

Sempre em fuga, ninguém segura, pura malícia

Feroz tipo vulcão, mas invisível como a brisa

E na madruga não se iluda nunca sapo tem na blusa

Seu brinquedo que põe medo em trapaceiro fi de puta

Aprisionado nesses becos por dinheiro e sem amor

Vi minha vida apodrecendo em meio ao ódio infrator

Nessa pista, nós tem o que te excita

Faz parte desse conto as mazelas dessa vida

Vi jorrar muito sangue pro respeito ser mantido

Vi morte de cagueta, de safado e talarico

Disciplina é o que te priva, o que te livra na matina

Pois pisado gera mágoa e o preço é pago com a vida

Vou conquistar meu corre pelo amor ou pela dor

Pondo em prática a rotina que a viela me ensinou

Nascido e criado entre os becos da cidade

Moldado pro perigo filho da perversidade

Meu corre vem do crime, hoje ninguem segura

Sou porra louca memo e venho da viela escura

Ôô Meu santo é forte na guerra nunca me rendo

Por dentro o sangue que corre é favela

Ôô Lendas do crime e da rua

Sou personagem dos contos de uma viela escura

Contos de uma viela escura, só eu e Deus, por testemunha

Cai chuva, meu "bulldogin" tá debaixo da blusa

Minha XTzera me espera na curva do beco

Eu e ela somos suspeitos minha dama de preto

Os conto não são de fada nem fábula essa é minha rotina

Os herói me quer morto nas vielas escuras da vida

Na calada da noite eu sóbrio com meu isqueiro

Na quina de uma viela de meu gueto

Onde os contos criminal não tem livro e nem capa

Muito menos personagem porque a mídia não relata

Mas é na viela que a paty compra angélica

Mas é na viela que o boy vem e compra pedra

Mercado negro não comércio meio de viver

Nossas lojinhas tem segurança e muito produto pra você

Nós não troca, nós só vende e acumula cliente

La no beco acontece altas fita quente

Nascido e criado entre os becos da cidade

Moldado pro perigo filho da perversidade

Meu corre vem do crime, hoje ninguem segura

Sou porra louca memo e venho da viela escura

Ôô Meu santo é forte na guerra nunca me rendo

Por dentro o sangue que corre é favela

Ôô Lendas do crime e da rua

Sou personagem dos contos de uma viela escura

Noite escura, neblinado, clima de chuva

Vesti minha blusa, minha bombeta, peguei o brinquedo que fura

Fui pra rua, na captura com bala na agulha

Me esquivei da dura, mas nunca esqueci que tinha culpa

Nunca encontrei minha cura, vim foi da viela escura

Nada se atura porque a vida é adrenalina pura

Onde tem droga tem, sanguessuga pra pisa minha lombra

Aqui tem puta tem, na viela onde os boy se assombra

Na quina tem marijuana, no radinho coca da pura

Na bica tem crack muita bala na viela escura

Na viela do Goiás aos becos mais loucos de Minas

Só se retrata o aroma e o gosto da carnificina

De G. O. Até o entorno de Brasília carai

Da rua pro presídio, salve, acredita, cês é capaz

É rapaz, esses são os contos de uma viela escura

Meu Deus! Vários se fode, mas só de tá vivo eu sou mais eu

Nascido e criado entre os becos da cidade

Moldado pro perigo filho da perversidade

Meu corre vem do crime, hoje ninguem segura

Sou porra louca memo e venho da viela escura

Ôô Meu santo é forte na guerra nunca me rendo

Por dentro o sangue que corre é favela

Ôô Lendas do crime e da rua

Sou personagem dos contos de uma viela escura

Hoje eu tive um mal pressentimento, deixa quieto, sumemo

Minha quebrada ta sangue, cotidiano violento

Cada dia mais véu, cada dia mais lenço

O clima ta big no pique de homicidio é tenso

Sem gelo nos balde, sem uísque pra curtir

Meu catatau ligou e a bala veio de encontro a mim

Sangue do meu sangue, laços familiares

Não pude acreditar quando o disparo foi na face

No abdômen o calafrio, minhas perna trava

Desespero no beco e os flashs eu avistava

Mó buxixo no whats, curiosos, informal passa

Contos do crime, na viela, Samu, minha irmã na maca

Da UTI do HE, estado gravíssimo, sala de cirurgia

Só medicina e Cristo, opera senhor, to em busca de uma milagre

Faz justiça, caos, ó Pai, meus joelhos tão no vale

Nascido e criado entre os becos da cidade

Moldado pro perigo filho da perversidade

Meu corre vem do crime, hoje ninguem segura

Sou porra louca memo e venho da viela escura

Ôô Meu santo é forte na guerra nunca me rendo

Por dentro o sangue que corre é favela

Ôô Lendas do crime e da rua

Sou personagem dos contos de uma viela escura

Quick answers

What this page can answer fast

Who performs "Contos de Uma Viela Escura (part. CTS)"?

Arqui Rival performs "Contos de Uma Viela Escura (part. CTS)", and this lyric page sits inside the Arqui Rival catalog on LyroVerse.

Are there related songs to explore after "Contos de Uma Viela Escura (part. CTS)"?

Yes. The related section below points to A Vida Me Chamou Pra da Um Rolê and Daqui Pra Frente with a short reason for opening each page next.

Where can I find more songs by Arqui Rival?

Use the artist link near the top of the page or the related paths section below to keep moving through Arqui Rival's lyric pages.

Song Room

Interpretations, questions, and corrections for this song

Interpretations, questions, memories, and correction notes live together here. The room stays noindex while the best insights are reviewed.

Open Song Room
0 followers Selected insights only surface after moderation
Listener comments

What people are saying

0 comments
Add a short interpretation or memory

A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.

Sign in to post the first listener note. Reporting stays open to everyone.

No listener comments on Contos de Uma Viela Escura (part. CTS) yet.