Acácia - Kaiser / César Cohen (Ordem Paranormal)
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Acácia - Kaiser / César Cohen (Ordem Paranormal)
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Oh fresta, fresta o que cê' viu nessa
Um homem solitário com sua câmera
Ele espreita perto, devorou meus restos
Te mando pro inferno com cinzas do cineraria
Meus olhos sempre vibram em lilás ao atirar
Marcado de energia, veja o caos em meu olhar
Em poucos segundos chove pétalas de acácia (acácia)
Talvez agora eu devesse negar a sua voz
Depois que 'pôs' aquela máscara, não tive paz
Não posso chorar se ainda quero ser herói
Então morrerei pelos amigos, como fez meu pai
Então deixe que ele mande os devorados
Vejo os seus olhos, os meus não pode copia-los
Essa goteira na minha mente é um tormento
Chove lá fora mais ainda faz frio aqui dentro
31 de outubro, uma nova missão
Se vocês tão ouvindo isso é porque algo deu errado
Três novos agentes, o que é desconjuração?
No apartamento Elizabeth some sem deixar recado
O síndico do prédio leva pessoas pro orfanato
Gal nós diz que somos um tipo de marcado
Crianças manipuladas e Arnaldo de olhos fechados
E com meus próprios olhos vi a Liz morrer ao meu lado
Não tem tempo pra nada
Na mansão endiabrada
Enfrentei meus demônios
A Beatrice morreu
Fotografias na sala
Seus rostos mostram mágoa
Aqueles corpos na casa
E o culpado sou eu
Não diga que quer ser como nós
Essa vida traz mais tristeza que você possa entender
Não importa o que você pense não somos heróis
E pra tantas vidas salvas outras tem que morrer
Oh fresta, fresta o que cê' viu nessa
Um homem solitário com sua câmera
Ele espreita perto, devorou meus restos
Te mando pro inferno com cinzas do cineraria
Meus olhos sempre vibram em lilás ao atirar
Marcado de energia, veja o caos em meu olhar
Em poucos segundos chove pétalas de acácia (acácia)
Fogo e lágrimas
Corpos na lama
Uma moeda lançada pra concretizar
Cobrindo o céu com essas asas negras
Nós meus melhores momentos você tá' lá
Eu tô tentando negar o ódio desse demônio
Esses sussurros tão mais altos na cabeça
Se o cineraria é o que vai te impedir eu topo
Me sacrifico pra que Ordo Realitas vença
A morte foi o bastante
Pra vir tirar minha paz
As vezes como aranhas
Outras como carniçais
No espelho o reflexo
Já lembra o meu pai
Nem Kaiser nem César
A morte foi o bastante
Pra vir tirar minha paz
As vezes como aranhas
Outras como carniçais
No espelho o reflexo
Já lembra o meu pai
Nem Kaiser nem César
Eu sou Angel of the night
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