Bia Bedran
Lyric guide

O Menino Que Foi Ao Vento Norte (conto Popular)

Read O Menino Que Foi Ao Vento Norte (conto Popular) lyrics by Bia Bedran on LyroVerse, with linked artist context and related song paths.

Bia Bedran visibility1 visits
person Curated by Ethan Walker LyroVerse team
Reference snapshot

The page facts to cite before the commentary

Use this page for the lyric text, linked artist context, and any LyroVerse editor's note attached to the song. Listener comments remain user-generated and should not be treated as the primary source.

Page type: lyric reference Artist: Bia Bedran Canonical path: /bia-bedran/o-menino-que-foi-ao-vento-norte-conto-popular Related lyric paths: 6
Lyrics

O Menino Que Foi Ao Vento Norte (conto Popular)

The lyric stays readable and compact here; the note and related paths sit nearby so you do not lose the song while looking for context.

Uma vez um menino foi fazer compras para a sua mãe e

quando ele estava voltando para casa carregadinho de

compras...

- Não, não, vento! Não, ai esse vento vai me carregar!

Socorro! Minhas compras! Adeus! Adeus!

O vento carregou todas as compras do menino. E ele,

muito chateado, foi lá na casa do Vento Norte

reclamar:

- Como é seu Vento Norte?

Mas isso é coisa, oi, que se faça?

O que é que eu vou dizer lá em casa pra mamãe?

O que é que vou dizer lá em casa?

- Ora meu filho! Eu sou o Vento. Eu tenho que ventar!

Mas olha, em troca eu vou te dar uma toalha mágica.

Toda a vez que você quiser comer alguma coisa você

diz: ?Bota a mesa toalha.? E ela vai colocar coisas

gostosas pra você. Vá menino, vá!

O menino ficou tão feliz com o presente. Foi embora

todo contente para mostrar para a mãe dele. Mas já

estava escurecendo e ele teve que dormir num hotel.

Quando ele chegou no hotel, ele testou a toalha. Então

ele disse assim:

- Bota a mesa toalha!

Hum! E apareceu bolo de fubá, queijadinha, pastel de

queixo, pastel de camarão, brigadeiro, tutu de feijão,

gelatina com creme, mashmello, sorvete de chocolate...

Nossa! O menino comeu tudo aquilo e foi dormir.

O dono do hotel era ladrão. Quando ele viu aquilo...

Ele não agüentou. Enquanto o menino dormia com a

toalha do lado, ele foi lá e trocou a toalha por uma

igual, mas que não era mágica.

O menino não sabia de nada. Foi correndo avisar a mãe

todo contente.

- Benção, mãe! Nunca mais nós vamos passar fome aqui

em casa! Olhe, a toalha é mágica. Foi o vento que me

deu:

- Bota a mesa toalha!

Essa toalha não era mágica e o menino, danado da vida,

foi correndo pra casa do Vento Norte reclamar:

- Como é seu Vento Norte?

Isso não é uma toalha mágica.

O que é que eu vou dizer lá em casa pra mamãe?

O que é que eu vou dizer lá em casa?

- Ora meu filho! Eu te dei uma toalha mágica sim, mas

já que você não tem mais a toalha eu vou te dar agora

um carneiro mágico. Toda a vez que precisar de

dinheiro você diz: ?Dinheiro carneiro!? e ele vai te

dar moedas de ouro. Vá menino, vá!

Que presente! O menino ficou maravilhado. Mas foi

dormir naquele mesmo hotel. Quando chegou lá ele

testou o carneiro:

- Dinheiro meu carneiro!

Mil moedas de ouro apareceram. O menino ficou tão

feliz! Colocou o carneirinho pro lado e foi dormir.

O dono do hotel quando viu aquilo... O olho cresceu

mais ainda. Enquanto o menino dormia, ele foi lá e

trocou o carneiro... por um igual, mas que não era

mágico.

O menino não sabia de nada. Foi correndo no dia

seguinte avisar a sua mãe:

- Benção, mãe! Que alegria! Nunca mais vai faltar

dinheiro aqui em casa, mamãe. O carneiro é mágico.

Olha:

- Dinheiro carneiro!

E o carneiro olhava assim para o menino e só dizia

mé... mé... Dinheiro que é bom, nada!

E o menino, danado da vida, foi lá na casa do Vento

Norte reclamar:

- Como é seu Vento Norte?

Isso não é um carneiro mágico.

O que é que eu vou dizer lá em casa pra mamãe?

O que é que eu vou dizer lá em casa?

- Ora menino! Estão fazendo você de bobo. Veja bem: eu

vou te dar agora uma bengala mágica. Toda a vez que

você precisar de ajuda você diz: ?Socorro bengala!? E

ela vai te socorrer. Vá menino, vá!

O menino não era bobo não. Ele foi para aquele hotel

só para fingir que estava dormindo. Colocou a bengala

ao lado e ficou assim esperando. Quando o dono do

hotel foi ali, pé ante pé para trocar a bengala por

uma que não era mágica...

_ Socorro bengala! Dá-lhe bengala! Seu olho grande!

Devolve tudo pra mim. A toalha, o carneiro. Vai

bengala! Seu olho grande! Viva a bengala!

E o dono do hotel teve que devolver tudo. O carneiro,

a toalha e a bengala. E o menino voltou pra casa,

feliz da vida, com seus presentes.

E o menino voltou pra casa

com o carneiro, a toalha

e a bengala também.

Feliz da vida com seus presentes

e essa história termina bem.

Quick answers

What this page can answer fast

Who performs "O Menino Que Foi Ao Vento Norte (conto Popular)"?

Bia Bedran performs "O Menino Que Foi Ao Vento Norte (conto Popular)", and this lyric page sits inside the Bia Bedran catalog on LyroVerse.

Are there related songs to explore after "O Menino Que Foi Ao Vento Norte (conto Popular)"?

Yes. The related section below points to Dorme Menina and Ciranda do Anel with a short reason for opening each page next.

Where can I find more songs by Bia Bedran?

Use the artist link near the top of the page or the related paths section below to keep moving through Bia Bedran's lyric pages.

Song Room

Interpretations, questions, and corrections for this song

Interpretations, questions, memories, and correction notes live together here. The room stays noindex while the best insights are reviewed.

Open Song Room
0 followers Selected insights only surface after moderation
Listener comments

What people are saying

0 comments
Add a short interpretation or memory

A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.

Sign in to post the first listener note. Reporting stays open to everyone.

No listener comments on O Menino Que Foi Ao Vento Norte (conto Popular) yet.