Sinhá Olímpia está velhinha
Está na casa dos cem
Ainda hoje está bem forte
Não dá trabalho a ninguém
Sua roupa é uma beleza
É toda costurada a mão
Não se revela o nome dela
Sua defesa é uma oração
O tempo era o seu
Sinhá Olímpia vivia tão bem
Criou seus filhos vendendo farinha
Duas patacas e um vintém
O tempo era esse, não tinha avião
Um metro de chita custava um tostão
Agora eu digo, meu Deus, é um horror
Estão mexendo até na Lua de nosso Senhor!
A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.
Sign in to post the first listener note. Reporting stays open to everyone.