Outra
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Outra
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Então vê se corre, pra chega ao topo da subida
Esquece a pá de vez que jogo fora tua vida
Eu sei que é foda, a caminhada é sofrida
E que a vitória nunca vai ser garantida
Então reflita, para e pensa
Se é nóis mesmo que define essa sentença
Com indiferença, e falta de crença
Corpo sem alma que se afoga em incertezas
Aqui esperança perde seus filhos, e na vida os trilhos
São percorridos sem destino (e aflito)
Já joguei fora até meu terço, mas procuro um recomeço
Já que a vida só oferece obstaculo e tropeço
É que esse mundão costuma da mas volta loca
Mais cedo ou mais tarde muitos pagam pela boca
E a porra do ego que te cega, nego
Te leva a se apegar em quem pratica o desapego
Acorda pra vida e tenta não ter maldade
Pensa bem pra escolher o que deve ser prioridade
Usar as duas pernas pra mostrar que ta disposto
E não ser mais um frouxo que pra mãe só dá desgosto
Tenta aprender com os erros e não se entregar pro tédio
O mundo é um colégio e não acaba no ensino médio
E se a porra da vida taca bomba na minha história
Aguenta mais essa noite que amanhã eu saio fora
Mano então vai, sem recuar jamais
Mesmo sem ter o que merece continua indo atrás
Procurando um recomeço buscando o que satisfaz
Usa a alma de ronim e seja sua arma sagaz
O que passou, hoje já não nos serve mais
Não sei se tenho que mereço e continuo indo atrás
Procurei um recomeço buscando o que satisfaz
Pra na hora da minha morte poder descansar em paz
De cima do telhado pra ver o mundo inteiro
Quantas veiz você retrata o que odeia no espelho
Quando a mente é confusa, ela espera que eu conclua
A busca da resolução, pra cada situação
Pensamentos vem e voam, e os sussurros ecoam
Durante outro tropeço, acabei ouvindo o que mereço
Mas é assim mesmo, esse é o preço
Se existe outro eu desconheço
Entre encontro e desencontro te encontro outra vez
E nem lembro quantas vez, já se passou outro mês
E o que cê fez?
A regra é clara em tempo certo
Não se deixe falhar quando estiver chegando perto
Não importa se a culpa se compara no final
Guerra e hostilidade sempre vão acabar mal
Porque quando dois caminhos entram em colisão
Não há motivo pra inocência nem pedidos de perdão
Mano então vai, sem recuar jamais
Mesmo sem ter o que merece continua indo atrás
Procurando um recomeço buscando o que satisfaz
Usa a alma de ronim e seja sua arma sagaz
O que passou, hoje já não nos serve mais
Não sei se tenho que mereço e continuo indo atrás
Procurei um recomeço buscando o que satisfaz
Pra na hora da minha morte poder descansar em paz
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