Chão Vermelho
Lyric guide

Levanta-te

Read Levanta-te lyrics by Chão Vermelho on LyroVerse, with linked artist context and related song paths.

Chão Vermelho visibility0 visits
person Curated by Ethan Walker LyroVerse team
Reference snapshot

The page facts to cite before the commentary

Use this page for the lyric text, linked artist context, and any LyroVerse editor's note attached to the song. Listener comments remain user-generated and should not be treated as the primary source.

Page type: lyric reference Artist: Chão Vermelho Canonical path: /chao-vermelho/levanta-te Related lyric paths: 6
Lyrics

Levanta-te

The lyric stays readable and compact here; the note and related paths sit nearby so you do not lose the song while looking for context.

Deixe me ver se entendi você

Que garantiu que aqui não seria invadido

E me acorda antes da noite acabar

Pra avisar que viu inimigos lá fora

O estalo lá fora, o ruído é ruim

O açoite no passo acelera o aço

Monte de crinas e derrapa a espada

A relva é ferida por pisadas de ferro

Foi deixado ruinas onde já passou

Mão e pernas voando e a listra

Que escorreu pelo rosto do opressor

Quando era tarde e já não tinha mais volta

Não muito longe dois se cumprimentam

Tudo ao redor ver que é bom cumprimentar

Dois se grudam pra fazer um terceiro

Que depois vem com tudo acabar com a lei

Crias em cisma vêm com varas e paus

Com sangue no olho e coração partido

Outros se arrastam sem poder lutar

Mas mesmo assim não desistem do ideal

..............................................................................!

Quantos não ganharam o seu dia e vai perder

Em um segundo por um simples metal

Em toda história é prático recordar

O jogo sujo do bem e do mal

Turrões se ajuntam pela febre da marra

E esses daqui parecem um só

Ali não vem flautista, nem dançarina

Pois é fim da estrofe e não cabe um pouco mais

Puxe o pino, jogue o cinturão

Erga o ombro, olhe para o lado

“Tanja” a mosca na cabeça da égua

Faça reparo, aperte o “estribilho”

Suspire o último folego dessa vez

Regule o trotar dos animais

Dirija o peito para a fortaleza

E veja que eles todos são como vocês

Uma águia em rasante vem do céu

E pousa em um dos braços ali no meio

Um recém nascido não sabe de sua sorte

E acha graça de cima da torre

..............................................................................!

De meia volta pra ver como tá atrás

E veja nada, pois tudo virou um poeirão

Cambaleie, encare o que vai enfrentar

A incerteza incurável por ali

Jogos de cintura, danças e rapidez

Pegada traiçoeira, norma e demência

Sombra ao ar livre, metragem na capoeira

E o sopro que se divide no estilete

Escudo ao chão, tristeza e perda.

Partes derramadas suspensas no azar

Aperto maldito, rinchado “moribundo”

Outra fileira pronta pra atacar

Carreira desgovernada, fim do “bate cum”

Dedo fatiado pra não dizer que é a mente

Golpe enfraquecido como quem não tem vez

Ali não ponte é onde morre mais

Maestria elegante lembra o fim dos zeros

Do cabo da espada que pegou em um dos “enfrentantes”

Não se pode julgar quem ainda não fez nada

Nem dar a devida importância

Agora pouco foi lembrado o Beiço de Onça

O palhaço brincalhão das 19h

Que fala sério com um tanto ódio

E vem com eles com um estoque de armas

Outro vem aflito quente por falta de ouvido

Percorreu um trecho só pelo impulso

Segurando uma bandeira de sangue

E a inconveniência da linguagem

Dias na floresta, dias no deserto

Dias na praia, dias no nordeste

Dias a viver, dias a morrer

Por uma decisão do sim ou não

Calma e agitação, nada pra fazer

Tudo pra acertar, sem tempo pra resolver

Observar pode ser crime... ou livro

Quando quem viu não deteu o absurdo

Uma multidão deles vem vindo com desordem

Espalhados em todo o arredor

Atraídos pelo fim pra um começo

E nossa gente que lhe tanto confiou?

Estamos cercados

Quase sem saída

Eles não têm piedade

Matam pelo embalo

Convoque a todos que tem defesa

Faça uma barreira em toda a muralha

Além de tudo, muita força de opinião

Pois o medo não traz boa sorte

E diga adeus quem não puder voltar

Tua sentinela vai guardada em quem consegui

Você botou teu peito contra a espada

Teu passo forte balançou a terra firme

Não pare, não pare!

Não fuja do que é justo!

O corpo vai ser despedaçado

Mas a alma fica!!

Quick answers

What this page can answer fast

Who performs "Levanta-te"?

Chão Vermelho performs "Levanta-te", and this lyric page sits inside the Chão Vermelho catalog on LyroVerse.

Are there related songs to explore after "Levanta-te"?

Yes. The related section below points to 165 and As Tres Manias with a short reason for opening each page next.

Where can I find more songs by Chão Vermelho?

Use the artist link near the top of the page or the related paths section below to keep moving through Chão Vermelho's lyric pages.

Song Room

Interpretations, questions, and corrections for this song

Interpretations, questions, memories, and correction notes live together here. The room stays noindex while the best insights are reviewed.

Open Song Room
0 followers Selected insights only surface after moderation
Listener comments

What people are saying

0 comments
Add a short interpretation or memory

A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.

Sign in to post the first listener note. Reporting stays open to everyone.

No listener comments on Levanta-te yet.