Consciência Humana
Lyric guide

Pilantragem de Farda

Read Pilantragem de Farda lyrics by Consciência Humana on LyroVerse, with linked artist context and related song paths.

Consciência Humana visibility1 visits Video on page
person Curated by Ethan Walker LyroVerse team
Reference snapshot

The page facts to cite before the commentary

Use this page for the lyric text, linked artist context, and any LyroVerse editor's note attached to the song. Listener comments remain user-generated and should not be treated as the primary source.

Page type: lyric reference Artist: Consciência Humana Canonical path: /consciencia-humana/pilantragem-de-farda Related lyric paths: 6 Video embedded: yes
Lyrics

Pilantragem de Farda

The lyric stays readable and compact here; the note and related paths sit nearby so you do not lose the song while looking for context.

Lá vem aqueles filhos da puta enquadrar nós denovo;

Dessa vez não tem boi, vai ouvir uma par.

A carapuça serviu, o rato que quebra, a mente deseja em dobro;

Quer acionar o gatilho, não aceita levar desaforo;

Fala que vai matar se trombar na madrugada;

Se acovarda na ausência, na falta de seus comparsas;

No seu caminho encontra homens que não aceitam tapa na cara;

Pois quem fala não é você, é o gesto da sua arma;

Ofende várias famílias, idéias cortadas seguidas de agressão;

Favelado não se cala, se defende cuzão;

Os ratos querem nos ver num buraco bem fundo;

Eu quero que ele se foda, seu regime tem a morte sem testemunho;

Nossa rima é pesada, sem medir palavras, proceder;

Pra cima dos filhos da puta fardado cinzas pode crer;

Preto APLICK rapper verdadeiro assumindo várias idéias na ação;

Me tocou inserindo a matraca, granada na mão;

Quando enquadrou não respeitou, não vou respeitar sua farda;

Estou do lado mais certo, DRR minha única pátria.

(2x) Quantos manos se foram, uma par de manos se foram;

É muita treta, uma par de pilantragem;

Quantos manos se foram, uma par de manos se foram;

A carapuça serviu, rato que quebra, a mente deseja em dobro.

O ódio á cada momento, martilho incontrolável;

Ao saber que a mina foi estuprada por um filho da puta fardado;

O ódio á cada momento, martilho incontrolável;

Ao saber que o mano foi arrastado e não estava armado;

O ódio á cada momento, martilho incontrolável;

Ao saber que o seu parceiro foi executado arrastado;

O ódio á cada momento, martilho incontrolável;

Ao saber que a dona de casa foi espandada pelo filho caguetado;

Não tem perdão fazer o que faz;

Dar tapa na cara de homem que não aceita o resto;

Sol, chuva, frio, relento;

Impressionar com a morte, blindado, tropa de choque;

Nunca herode, pelo contrário, fuzilamente na frente das câmeras;

Não existe chance de vida se continuar morro contra morro;

Nunca ouvi falar que o exército atira em seus soldados;

Pelo contrário, os preserva, é tempo de guerra;

Chega de destruição dos nossos semelhantes nas favelas.

(2x) Quantos manos se foram, uma par de manos se foram;

É muita treta, uma par de pilantragem;

Quantos manos se foram, uma par de manos se foram;

A carapuça serviu, rato que quebra, a mente deseja em dobro.

Sem favor abaixa a arma não é dono do mundo;

Pra agredir moralmente um cidadão qualquer na rua;

Mestrão na pose pra impressionar playboy do dinheiro;

Pro banco pra proteger o que não te diz respeito;

Faça agora valer a minha liberdade de expressão;

Que história é essa que não posso me defender da agressão;

Que boy, que venha á caça, que invade a casa;

Dá tiro na cara, foda-se que há vermelho na farda;

Eu sou aquele que na rima te aterroriza;

Contra a sua ditadura, luta em prol da periferia;

Meu orgulho é ver minha gente ser respeitada;

Longe do pente, unida contra essa falsa pátria;

Custe o que custar, faço disso meu depoimento;

Infelizmente o som das ruas é o cotidiano violento;

Eu vejo na vontade não só flores, são armas na cara;

Infelizmente não há paz, só a morte no olhar da farda.

(2x) Quantos manos se foram, uma par de manos se foram;

É muita treta, uma par de pilantragem;

Quantos manos se foram, uma par de manos se foram;

A carapuça serviu, rato que quebra, a mente deseja em dobro.

Quick answers

What this page can answer fast

Who performs "Pilantragem de Farda"?

Consciência Humana performs "Pilantragem de Farda", and this lyric page sits inside the Consciência Humana catalog on LyroVerse.

Are there related songs to explore after "Pilantragem de Farda"?

Yes. The related section below points to 121 (Rajada Parte II) and Agonia do Morro with a short reason for opening each page next.

Where can I find more songs by Consciência Humana?

Use the artist link near the top of the page or the related paths section below to keep moving through Consciência Humana's lyric pages.

Song Room

Interpretations, questions, and corrections for this song

Interpretations, questions, memories, and correction notes live together here. The room stays noindex while the best insights are reviewed.

Open Song Room
0 followers Selected insights only surface after moderation
Listener comments

What people are saying

0 comments
Add a short interpretation or memory

A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.

Sign in to post the first listener note. Reporting stays open to everyone.

No listener comments on Pilantragem de Farda yet.