Consulado Negro
Lyric guide

Protesto

Read Protesto lyrics by Consulado Negro on LyroVerse, with linked artist context and related song paths.

Consulado Negro visibility0 visits
person Curated by Ethan Walker LyroVerse team
Reference snapshot

The page facts to cite before the commentary

Use this page for the lyric text, linked artist context, and any LyroVerse editor's note attached to the song. Listener comments remain user-generated and should not be treated as the primary source.

Page type: lyric reference Artist: Consulado Negro Canonical path: /consulado-negro/protesto Related lyric paths: 4
Lyrics

Protesto

The lyric stays readable and compact here; the note and related paths sit nearby so you do not lose the song while looking for context.

Palavras marcantes revolução constante

Coração guerrilheiro pelo Rap sempre avante

Lutando na constante pelo que nos convém

Cantar vou cantar pelo amor viva o rei

Pela glória digo amem, a Deus homens temei

E conheça a si próprio antes de mais ninguém

Se justiça é o que tu quer seja cauteloso

Sempre pelo certo sem prejudicar os outros

Jamais terei vergonha daquilo que eu sou

Eu sou Black revolução com a alma Funk e Soul

É das lágrimas de um pobre, a riqueza de um nobre

Que surge a resistência que deixa os boy em choque

Na TV no enfoque na luta pelo IBOPE

Os pretos são analfabetos segundo o Vox Populi

Nós chora nós sofre nós luta nós corre

Os boy ta de cherokee dando um role no shopping

Tomando smirnoff, milkshake no bob's, ouvindo a dança

do creu - Nossa como a Alice dorme

- Acorda aí o Zé até o creu já passou

Não fortaleceu em nada só iludiu os que abraçou

Que era da hora ficar nas madrugadas

Porta-malas aberto nos postos da quebrada

Na pick-up uma pá de vaca rebola a vontade

Esse é o país do carnaval - isso tudo é só detalhe

- Aqui o que mais vale é a sua aparência

Sua cor também importa e tem muita equivalência

Na hora da concorrência empresarial o boy de olho

azul é peça fundamental

Para os preto é parte predial limpeza e manutenção

Mão de obra escravocrata desde os tempos de Cabral cusão

Mesmo com formação os preto limpa o chão

Negro informado é um risco a nação

"Revolução, morrer pelo ideal jamais será em vão

Revolução, se for pela armada a minha tá na mão"

Pelo amor é que eu vou e eu vou na fé

Viva a América latina se não é o Rap quem que é?

Que vai chegar para falar que vai agir para mudar

Que vai bater de frente com os canalhas que há

Porque se o Rap parar ai vai ficar embaçado

O Bush domina tudo e põe os cowntry para bater no rádio

Eu sei que tá embaçado, por isso eu falo e faço

Meu protesto não é morrer sem conhecer meu passado

Um passado mau contado nos livros didáticos

Quem absorveu ficou de chapéu atolado

Eu vejo a geração a nossa geração

É cada um por si e todos contra ti negrão

É um contra o outro é o povo contra o povo

É eu contra você e você contra os outros

Conscientemente opressão não sempre união liberdade ação

Debatendo com os opressores negro evolução gueto revolução

han ran opinião

É necessário ter para não se vender

Por carros mulheres dinheiro poder

Aliás o que é poder que tanto nos fala?

É andar de CheroKee e fumar maconha na beira da praia?

Ou catar os quadrada e ir buscar nas agencias

Adianto par se montar e flutuar numa seissentas

Dar IBOPE para imprensa na hora da prisão

Da desgosto para sua mão na hora do caixão

É isso que cê quer? é esse o poder?

Isso não é nada se quem deu tira a vida de você.

"Revolução, morrer pelo ideal jamais será em vão

Revolução se for pela armada a minha ta na mão"

Em 1.500 os portuga veio para cá

Cheios de boas intenções dispostos a ajudar

Trouxeram com eles os padres jóias e quilates

Nos ensinaram a escrever nos deram dignidade "mentira!!"

Isso era o que me falava a minha professora e eu acreditava

Que os gringos era amigo que os portuga amava os índios

Que branco com preto formava um casal bonito

Mas o que não tem no livro é a real versão

Do que foi o Brasil e a colonização

Uma pá de humilhação sofreram os índios

Para no século XXI ser queimado com mendigo

Se liga aí você que se glorificou por dizer que o rei Zumbi

você matou

-Mas quem te disse que o negro se entregou

Mas quem garante que Zumbi você matou

- Jamais nos entegamos rei Zumbi ainda vive

No coração daquele que ainda persiste

Por melhores condições por igualdade social

Não adianta fama e luxo a morte vem no final

Pra mim pra você ela vem para todos

Para o ser justo também os homens tolos

Antes que chegue a minha hora com a alma eu vou cantar

Vem comigo ai guerreiro o Consulado tá no ar.

Quick answers

What this page can answer fast

Who performs "Protesto"?

Consulado Negro performs "Protesto", and this lyric page sits inside the Consulado Negro catalog on LyroVerse.

Are there related songs to explore after "Protesto"?

Yes. The related section below points to 1000 Demônios and Mortos Vivos with a short reason for opening each page next.

Where can I find more songs by Consulado Negro?

Use the artist link near the top of the page or the related paths section below to keep moving through Consulado Negro's lyric pages.

Song Room

Interpretations, questions, and corrections for this song

Interpretations, questions, memories, and correction notes live together here. The room stays noindex while the best insights are reviewed.

Open Song Room
0 followers Selected insights only surface after moderation
Listener comments

What people are saying

0 comments
Add a short interpretation or memory

A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.

Sign in to post the first listener note. Reporting stays open to everyone.

No listener comments on Protesto yet.