Pra onde vão todos sonho que se vão?
Algemados todos pelas mãos, de alguém.
Que traz o mal em meia folha de jornal,
circulavam letras lagrimais, de ontem.
Alguém, foi de encontro ao seu final, viver é fatal,
quando nos incide a morte forte intensa pressão!
E controlar meu caos, na cidade um pavio,
que se queima a luz por um fio!
De tensão no ar,
O meu destino ali subiu
e do meu alcance fugiu!
Há um clarão, que resiste a escuridão,
divergentes siglas de facção que ontem...
Colisão ao som do fogo além do cão,
Queimam folhas de constituição,
que somem...
Algúem, faz da cruz mais um sinal
Já não cabe mais!
Tatuada, o braço ,a morte, forte, intensa pressão
E controlar meu caos, na cidade um pavio,
que se queima a luz por um fio!
De tensão no ar,
O meu destino ali subiu
e do meu alcance fugiu!
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