Cria da Quebra
Lyric guide

Lendas

Read Lendas lyrics by Cria da Quebra on LyroVerse, with linked artist context and related song paths.

Cria da Quebra visibility2 visits Video on page
person Curated by Ethan Walker LyroVerse team
Reference snapshot

The page facts to cite before the commentary

Use this page for the lyric text, linked artist context, and any LyroVerse editor's note attached to the song. Listener comments remain user-generated and should not be treated as the primary source.

Page type: lyric reference Artist: Cria da Quebra Canonical path: /cria-da-quebra/lendas Related lyric paths: 6 Video embedded: yes
Lyrics

Lendas

The lyric stays readable and compact here; the note and related paths sit nearby so you do not lose the song while looking for context.

E nóis pagando vinte e cinco centavo nas tubaína

Os fliperama, os pipa na prática adrenalina

Saindo na mão com os amigos, separado pelos platéia

Dois minutos depois normal trocando ideia

Saudade mano nem sei se essa é a palavra

Porque muitos perderam a fé no que acreditava

Erroneamente achar normal já vem de cultura

Não se enquadrar no perfil que o mundo aqui procura

Quem dera se meus parceiro tivesse a visão que eu tive

Só ia matar piscando jogando detetive

Cresceram puseram em prática os exemplo mais perto

Uns abrindo uns cofre, outros de crânio aberto

Nossa banca era pesada mano sem maldade

Seis, sete, dez moleque andando pela cidade

Vendo os mizuno, nike shocks atrás da vitrine

E a porta de entrada dos instável pro crime

Caco de vidro, e nós descalço com pé preto

Provando quanto aguentava o orgulho em ser do gueto

Onde as marquise mais alta com as nossas tag escrita

Deu orgulho e dedo sujo onde vários desacredita

Discurso pronto nunca fez eu refletir

E por em dúvida posturas por aqui

Vivi com os cara que se fosse velho era lenda

Do lixo chegou a ser dono de fazenda

Ilusório se isso aqui é uma guerra

Hoje tão tudo embaixo da mesma terra

Que plantaram ódio em vida pelos plaquê

E o demônio fez questão de colher

Crescemos por ai se auto intitulando lobo

Com muro de tijolo vermelho sem reboco

Cara fechada o mundo aqui deve muito pra gente

Que conhece a fúria mas não a nossa mente

Estico o braço comprimento, mostro respeito

Coragem pra carregar a ideologia até no leito

Sem vitimismo nossa história não é a que comove

Desbico o pipa, tatuagem no braço desde os nove

É música de ladrão carai meu pai falava

Hoje a postura fez ele respeitar caminhada

Foi nos degrau do escadão, e na quadra da escola

Que eu vi de perto os mais foda indo mais cedo embora

Egoísta em sentimento, não dependo de ninguém

Mas quero o bem pra quem conviveu com os febem

Baseado em lutas com a bombeta embaixo da toca

Um dos raro que nenhum baseado pôs na boca

O perigo nós viu, não pediu por socorro

Descobre que a vida bate quem foi moldado por côro

Entre mofos,infiltrações punho evitou sarro

Brincando com parafuso e bituca de cigarro

Era comum, rotina e os mais novo ainda imita

Fica de luto um mês, depois a mesma fita

Molhei de álcool o rastilho, evitei o gatilho

Por que ouvi de perto: Meu Deus meu filho!

Discurso pronto nunca fez eu refletir

E por em dúvida posturas por aqui

Vivi com os cara que se fosse velho era lenda

Do lixo chegou a ser dono de fazenda

Ilusório se isso aqui é uma guerra

Hoje tão tudo embaixo da mesma terra

Que plantaram ódio em vida pelos plaquê

E o demônio fez questão de colher

Saber soma sua atitude é difícil meu mano

Quando os problema se destaca e matraca é o plano

Pobreza é o seu roteiro, nem queria falar disso

Mas não dá pra fugir, a vida toda eu vivi isso

Inverti uma par de valores, foi de açucar ao sal

E descobri que meu herói aqui usava avental

Ensina o que nenhuma escola aqui vai ensinar

Que a rua é uma saída mas tem que saber chegar

E quem dá aula é o pivete magricelo com oitão

Que faz raiva em abrir o caderno e prestar muita atênção

Então não deixe plantar que o patamar é diferente

Nós depende de força, eles depende da gente

Discurso pronto nunca fez eu refletir

E por em dúvida posturas por aqui

Vivi com os cara que se fosse velho era lenda

Do lixo chegou a ser dono de fazenda

Ilusório se isso aqui é uma guerra

Hoje tão tudo embaixo da mesma terra

Que plantaram ódio em vida pelos plaquê

E o demônio fez questão de colher

Quick answers

What this page can answer fast

Who performs "Lendas"?

Cria da Quebra performs "Lendas", and this lyric page sits inside the Cria da Quebra catalog on LyroVerse.

Are there related songs to explore after "Lendas"?

Yes. The related section below points to A Riqueza Dos Grãos (part. Jota Ariais) and A Vida Cobra with a short reason for opening each page next.

Where can I find more songs by Cria da Quebra?

Use the artist link near the top of the page or the related paths section below to keep moving through Cria da Quebra's lyric pages.

Song Room

Interpretations, questions, and corrections for this song

Interpretations, questions, memories, and correction notes live together here. The room stays noindex while the best insights are reviewed.

Open Song Room
0 followers Selected insights only surface after moderation
Listener comments

What people are saying

0 comments
Add a short interpretation or memory

A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.

Sign in to post the first listener note. Reporting stays open to everyone.

No listener comments on Lendas yet.