Quando eu lhe chamei e você se escondeu,
Pude ver o medo em seu coração,
E a vergonha do pecado que o fazia chorar,
Embargando a voz, tentando se explicar.
Matei um cordeiro e uma roupa lhe fiz,
Pois sua condição imprópria se tornou,
Não querendo ver um eterno sofrer
A morte foi a bênção que lhe dei.
Chorei ao ver você envelhecer.
Mas algo bom eu o fiz saber,
Meu Filho tomaria o seu lugar
E Sua morte iria lhe salvar.
Agora tão-somente precisas aceitar
O plano que outrora formulei,
E para cada erro cometido, então
O Meu perdão e graça lhe darei.
E quando pra você eu olhar
Peles de cordeiro eu não mais verei
Mas sim, roupas brancas de justiça
Que em sangue eu lavei.
Um anjo do céu não poderia resolver
O seu erro era grave e mortal.
Alguém tinha que ir e seu pecado remir,
Nessa hora Meu Filho se apresentou,
Deixou, assim, Seu trono e glória lá no céu,
Também a majestade e todo poder.
Morreu na cruz que era sua
E vida eterna lhe ofereceu.
Agora tão somente precisas aceitar
O plano que em sacrifício completei,
E estarei com você até o fim chegar,
Em todos os momentos, de tristeza e dor.
E quando pra você eu olhar
Não verei mais medo eu seu coração.
Verei um filho transformado
Por sangue, graça e perdão.
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