Ave maria do morro
Eu vim pedir-te socorro para essa multidão
Como confrade, o compadre e a comadre
Todo mundo ta no adri para essa discussão
Eu vou dizer assim pequenininho
O que vai nesse caminho de espinho e flor
Dona maria conta suas rugas pela vida dura que o tempo legou
Mas chora de felicidade e acha a missão cumprida
Dos seis filhos o mais novo se formou
Às quatro horas o maneco sai de casa
Empurrando seu carrinho pela escuridão
Pele queimada e comida fria, só tem um chinelo, calcanhar no chão
Mas ele ri e diz que é feliz da vida
Diz que vai à batucada lá no ribeirão
E de servente, paulo há 11 anos, rala, puxa massa pra comprar o pão
Têm quatro filhos e mulher guerreira, ela é costureira e não para não
No domingão a missa costumeira
Cerveja na rede, que descanso bom
Mas meu amigo rico também sofre, não é só o pobre que se dana não
O mário césar que tem vida boa, casa própria e carro, dono de salão
A conta do cartão de crédito e o cheque especial
Estão tirando o sono do patrão
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