Chega de mentiras
Acorde para a vida.
Ficção desmedida,
Realidade torcida.
Pra que viver
Num mundo irreal?
Onde o poder
Será sempre desigual
Venha me ouvir!
Eu trago o banal
Vou te entorpecer
Enquanto faço o mal
Pra que viver
Num mundo irreal?
Onde o poder
Será sempre desigual
Abra seus olhos
Não se deixe enganar
Sua indiferença
Te destruirá
Eu vi o fim
Ele é tão bonito
Sei que no final
Cairemos unidos
Raça maldita, abre a ferida
Raça ingrata, corrói e mata
Raça sem vida, desfia o tempo
Raça de ódio, esse é seu pódio
É o fim!
Desse mundo!
É o fim!
Tudo acabou!
A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.
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