Diomedes Chinaski
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Malditos Sacerdotes (part. Anubs e RazTarcisio)

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Lyrics

Malditos Sacerdotes (part. Anubs e RazTarcisio)

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Pra fazer mal não precisa ser o diabo

Pra ficar bem não é preciso ser abençoado

A cada dizimo um espírito é dizimado

Malditos sacerdotes, malditos sacerdotes

Pra fazer mal não precisa ser o diabo

Pra ficar bem não é preciso ser abençoado

A cada dizimo um espírito é dizimado

Malditos sacerdotes, malditos sacerdotes

Me encontro num caminho, coração morto por minuto

A mente me faz pensar o mais insano, o mais imundo

O mais profundo desejo, com o medo preso a entulhos

Entre lamas e becos com podres governantes do mundo

Nas esquinas prostituas espalhando AIDS

Presas a um esqueiro, cinzas, latas e uma pedra de crack

Bêbados que não lembram mais os valores dos lares

Filhas abusadas por pastores, defloradas pelos padres

Ritual da santa igreja, compra e venda nos altares

Covil de covardes no terço reza pras aves

Pro medo que só me invade, quero ver o seu milagre

Quando o orla te empurrar ela te deixa pronta pro abate

O mundo vive o ócio, demônios não são bom moços

Cadáveres e ossos na praça a circular

Hannibal's da nova era, seu cérebro congela

Depois assa e tempera, pronto pra degustar

Pra fazer mal não precisa ser o diabo

Pra ficar bem não é preciso ser abençoado

A cada dizimo um espírito é dizimado

Malditos sacerdotes, malditos sacerdotes

Pra fazer mal não precisa ser o diabo

Pra ficar bem não é preciso ser abençoado

A cada dizimo um espírito é dizimado

Malditos sacerdotes, malditos sacerdotes

Viver e crescer é estupro psicológico

Em cada amanhecer, cuidar e crescer preológico

Criança com esperança já tem um bebê no colo

Construa, evolua sem medo que o futuro é logo

Adolescente cresce, enlouquece cheio de ódio

Prática o 157 e nem esquece do próximo

Criado sem vontade, revoltado com os olhos

Vivendo a maloqueiragem quer ter a visão de hórus

Com sua incompreensão faço lavagem pra porcos

Cachorro selvagem dos covardes só quer os ossos

Faz tijolo com grave, influenciando invejosos

Nossa originalidade trás saúde aos idosos

Mais que oração da cura faz a canção

Ajudo sem gratidão, e no caixão tem temosos

Seja ateu ou cristão quem é fiel ao irmão

A força ta no vivão refletindo sobre os mortos

Pra fazer mal não precisa ser o diabo

Pra ficar bem não é preciso ser abençoado

A cada dizimo um espírito é dizimado

Malditos sacerdotes, malditos sacerdotes

Pra fazer mal não precisa ser o diabo

Pra ficar bem não é preciso ser abençoado

A cada dizimo um espírito é dizimado

Malditos sacerdotes, malditos sacerdotes

Fala pro bosta do diabo devolver meu cargo

General Chinaski nem por um minuto eu largo

Caldeirão do Huck, não, é o caldeirão do mago

Com sua chance é tiro em Valdomiro Santiago

Você rouba a mente que quiser ou a que puder

Muito axé, eu não troco meu candomblé

Pelo papo desses vampiros que sugam tua vida, tua alma e tua fé

Prefiro sair pela noite na função do 12 fazendo qualquer

Era uma vez uma maldita nação sem saúde e educação

Mas tinha carnaval, futebol, cerveja e oração

E a cada minuto na televisão Malafaia ta ganhando milhão

Mas diferente de Cristo ninguém foi visto repartindo o pão

Illuminatis com [?]

Buscando lavagem, mesmo com a indústria estando uma porcaria

Vão trucidar teu cérebro e depois dançar no abismo

Não diz que é satanismo, caralho, é Chinaskianismo

Pra fazer mal não precisa ser o diabo

Pra ficar bem não é preciso ser abençoado

A cada dizimo um espírito é dizimado

Malditos sacerdotes, malditos sacerdotes

Pra fazer mal não precisa ser o diabo

Pra ficar bem não é preciso ser abençoado

A cada dizimo um espírito é dizimado

Malditos sacerdotes, malditos sacerdotes

Viva a nova era e foda-se a nova ordem

Eu não preciso sustentar o seu império

Pra me conectar com Deus

Sacerdotes filhos da puta

Chave Mestra! Xoxota e nave

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