Diomedes Chinaski
Lyric guide

Ressentimentos

Read Ressentimentos lyrics by Diomedes Chinaski on LyroVerse, with linked artist context and related song paths.

Diomedes Chinaski visibility2 visits Video on page
person Curated by Ethan Walker LyroVerse team
Reference snapshot

The page facts to cite before the commentary

Use this page for the lyric text, linked artist context, and any LyroVerse editor's note attached to the song. Listener comments remain user-generated and should not be treated as the primary source.

Page type: lyric reference Artist: Diomedes Chinaski Canonical path: /diomedes-chinaski/ressentimentos Related lyric paths: 6 Video embedded: yes
Lyrics

Ressentimentos

The lyric stays readable and compact here; the note and related paths sit nearby so you do not lose the song while looking for context.

2010

Ao contrário do que alguns pensavam e até disseram

Eu ainda tô respirando, porra

Ressentimentos

Sente essa porra

Sente essa porra!

Vi minha pureza sucumbir

Só maldade absorvo aqui

Falsidade é o que vejo e vi

Nessa merda que chamam vida

No fundo, só quero amor

No mundo, só recebo dor

Por isso cultivo rancor na minha alma

Suja e perdida

Como se resolvesse, me entrego às bebidas

Encontro os parceiros, tão sem dinheiro

Nessas ruas fudidas, nessas ruas fudidas

Nessas ruas imundas

Meu convívio é viciar

Os bandidos e vagabundas

Tire as balas do tambor

Mesmo sendo meu amigo

Às vezes 'cê nem conhece, bro, quem dorme contigo

No semelhante leio "decadência" em letra legível

Deve haver uma solução, porém não está visível

Sua vaca, rezou a Deus que derrubasse João Vitor

Eu não coloco meu pinto nesses teus lábios malditos

Sou eu mesmo em qualquer lugar

E meu respeito vem disso

Não atuo por isso

Exerço bem meu ofício

Vai

Te dei a porra da mão, cê quis roubar minha alma

Pra esses filho da puta, covardia é uma arma

Cê quer me ver cair

Então mova-se

Tenho um presente pra ti

Chama-se "foda-se"

Te dei a porra da mão, cê quis roubar minha alma

Pra esses filho da puta, covardia é uma arma

Cê quer me ver cair

Então mova-se

Tenho um presente pra ti

Chama-se "foda-se"

Tire suas patas de mim

Tire essa vaca daqui

Tire esses merdas daqui

Vermes pra longe de mim

Vocês não viram o que vi

A porra do caminho trilhado

Por isso meus versos sangram

Tipo homens baleados

Por isso mostro à minha dama um céu todo estrelado

Faço amor como se amanhã fosse ser encarcerado

Foram maus tratos que me inundaram de carinho

Foram falsos abraços que me ensinaram a ser sozinho

A estadia no inferno que deixou meu coração frio

Nas ruas que nasci, tudo é sujo e doentio

Grandes coisas aqui

É quase sempre algo mesquinho

Cada humano, simples boneco, cérebro vazio

Tem uns que não serviu

Outros mereceram apanhar

Mas rato tem pouca carne

Nem vale a pena caçar

Sou um monstro

Sei o ponto onde quero chegar

Aí nem mais a morte irá me parar

Te dei a porra da mão, cê quis roubar minha alma

Pra esses filho da puta, covardia é uma arma

Cê quer me ver cair

Então mova-se

Tenho um presente pra ti

Chama-se "foda-se"

Te dei a porra da mão, cê quis roubar minha alma

Pra esses filho da puta, covardia é uma arma

Cê quer me ver cair

Então mova-se

Tenho um presente pra ti

Chama-se "foda-se"

Cubra-me de amor e te darei um filho

Nem tudo acabou, ainda vejo o brilho

Da luz que se apagou, restou o ar que respiro

Eterno como Deus, fiel ao meus até o último suspiro

Toque meu coração e terás um bom menino

Toque no que eu amo, irmão, verás um demônio assassino

Te estiquei minha mão, cê quis me ver fudido

Te levantei do chão, cê quis me ver caído

Falido, fedido, corpo quase apodrecido

Tipo o mito do Cristo, ressuscito

E volto cada vez mais vivo

Foi num quarto fedido

Num amontoado de livros

Tantas canetas gastei com versos depressivos

Mas volto na versão durão

Diomedes Chinaski

A vida não engana

Na sina, na esquina vendendo crack

Quer ver meu baque?

Então mova-se

Tenho um presente pra ti

Chama-se "foda-se"

Te dei a porra da mão, cê quis roubar minha alma

Pra esses filho da puta, covardia é uma arma

Cê quer me ver cair

Então mova-se

Tenho um presente pra ti

Chama-se "foda-se"

Te dei a porra da mão, cê quis roubar minha alma

Pra esses filho da puta, covardia é uma arma

Cê quer me ver cair

Quick answers

What this page can answer fast

Who performs "Ressentimentos"?

Diomedes Chinaski performs "Ressentimentos", and this lyric page sits inside the Diomedes Chinaski catalog on LyroVerse.

Are there related songs to explore after "Ressentimentos"?

Yes. The related section below points to 24 Horas de Liberdade and Adão e Eva with a short reason for opening each page next.

Where can I find more songs by Diomedes Chinaski?

Use the artist link near the top of the page or the related paths section below to keep moving through Diomedes Chinaski's lyric pages.

Song Room

Interpretations, questions, and corrections for this song

Interpretations, questions, memories, and correction notes live together here. The room stays noindex while the best insights are reviewed.

Open Song Room
0 followers Selected insights only surface after moderation
Listener comments

What people are saying

0 comments
Add a short interpretation or memory

A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.

Sign in to post the first listener note. Reporting stays open to everyone.

No listener comments on Ressentimentos yet.