Douglas Din
Lyric guide

Causa Mor

Read Causa Mor lyrics by Douglas Din on LyroVerse, with linked artist context and related song paths.

Douglas Din visibility0 visits
person Curated by Ethan Walker LyroVerse team
Reference snapshot

The page facts to cite before the commentary

Use this page for the lyric text, linked artist context, and any LyroVerse editor's note attached to the song. Listener comments remain user-generated and should not be treated as the primary source.

Page type: lyric reference Artist: Douglas Din Canonical path: /douglas-din/causa-mor Related lyric paths: 6
Lyrics

Causa Mor

The lyric stays readable and compact here; the note and related paths sit nearby so you do not lose the song while looking for context.

Nasce uma flor, varia na cor

Mas é incolor para o criador

Uma criação sem força de ação

Fraco coração mas má criação

Virá com o tempo representado

Pela areia na ampulheta

Como discurso troca de lado

Sendo moldado mais que a silhueta

Entre sair da arena ou arar a terra

Pra fazer brotar em campo de guerra

Nesse mar de gente sem guelra que ajude

Quem ama o deseja mesmo em área rude

Rude como a cultura que entra na mente por exposição

Sem a permissão se fixará como um alicerce pra invocação

De cada argumento

Se ele for feito de barro ficamos na lama

Mas se os pilares são feitos de ouro sobre o tesouro quem cuspirá drama

E é isso que nos educa, sempre preso à muvuca

Mesma que o anjo segue e o demônio cutuca o cordeiro com vara curta

Tudo em longo prazo

Pra experimentar os de dez, sete, cinco anos em caso mais extremo

Pega o menos imune

Mostra o que há de pior, tudo é questão de costume

Produzido com o tempo de quem tá a mercê

Do meio ambiente, crianças como você e como eu

Eles querem correr, querem crescer

Poder pegar os doces no alto da prateleira

São iguais a você, iguais a mim

Inocência mirim, a minha causa primeira

São corpos de poucos anos, transportam tanto calo

Na alma, palma, poeira e pureza vão pelo ralo

Cada vez que retornam da rua que nos reformam

Com kit de lei e vícios, edifícios que adornam

O sonho que é exposto e a distância e é imposto

De perto de pai pra filho mas culpa não tem rosto

Todos tem sua porção na invenção desse portfólio

Do universo da compra que fica aí de espólio

Pros nossos pequenos, se o dólar vale menos eles sabem

Assisto o enterro de nossos ingênuos

Que aprendem, fazem, atacam, defendem

Cumpram a cerimônia que de nós não mais dependem

Irmão cuidando de irmão, tem

Criança pedindo esmola, tem

Que prefere campo a colégio, tem

Pensando que crime é remédio, também

Fato é que educação não tem nada a ver com uma sala carteira

Cadeira imunda, jaula vagabunda, controle de segunda à sexta-feira

O futuro vira só resto de tudo que o mundo propôs

E não há acordo protesto, por que o nosso povo compôs

Os pais se opõe ninguém se impõe à revolução torta e lenta

Por isso eles vão sonhar e brincar aos trinta de idade e ainda aos quarenta

Eles querem correr, querem crescer

Poder pegar os doces no alto da prateleira

São iguais a você, iguais a mim

Inocência mirim, a minha causa primeira

Criança absorve o que há no entorno, assimila o que há de vantagem

Miséria de grana menos que virtude ferra a saúde da auto-imagem

Até que não haja a auto avaliação do que fomos e somos

Mas se o presente fala do passado do que você acha que nós somos donos?

O futuro é tão ilusório também não tem nada a ver com destino

Mas só que cultura são fios de náilon movendo as tralhas de tanto menino e menina

A vida ensina, mas que qualquer professor

Que fala de história mas o aluno cria uma de dominado e dominador

E isso não é fardo de preto, pardo, sem pai

Cada grito escutado não vai

É uma ficha que uma hora cai

Pro molde de quem chuta o balde

Quando sai da forma se esbalda

O resto é só adereço

Começa no tempo da frauda

O governo põe sua melhor fraude perante gestante no primeiro instante

Ele faz parecer que agora é trabalho e que a escola será o bastante

Olhe para o mundo, olhe pra você la no fundo

Vejam quanta gente não realizada que amargam escolhas a cada segundo

E isso que quero evitar, saca?

Nessa laguna tem algo que ataca

Tem só oito anos de história sofrendo com o próprio fim numa maca

Mas creio na revolução, esses sonhadores conheço de cor

Pois sou como eles, nada sereno e faço dos pequenos minha causa maior

Eles querem correr, querem crescer

Poder pegar os doces no alto da prateleira

São iguais a você, iguais a mim

Inocência mirim, a minha causa primeira

Quick answers

What this page can answer fast

Who performs "Causa Mor"?

Douglas Din performs "Causa Mor", and this lyric page sits inside the Douglas Din catalog on LyroVerse.

Are there related songs to explore after "Causa Mor"?

Yes. The related section below points to Amizade (part. Família de Rua) and Amoravila with a short reason for opening each page next.

Where can I find more songs by Douglas Din?

Use the artist link near the top of the page or the related paths section below to keep moving through Douglas Din's lyric pages.

Song Room

Interpretations, questions, and corrections for this song

Interpretations, questions, memories, and correction notes live together here. The room stays noindex while the best insights are reviewed.

Open Song Room
0 followers Selected insights only surface after moderation
Listener comments

What people are saying

0 comments
Add a short interpretation or memory

A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.

Sign in to post the first listener note. Reporting stays open to everyone.

No listener comments on Causa Mor yet.