Emicida
Lyric guide

Eminência Parda (part. Dona Onete, Jé Santiago e Papillon)

Read Eminência Parda (part. Dona Onete, Jé Santiago e Papillon) lyrics by Emicida on LyroVerse, with linked artist context and related song paths.

Emicida visibility0 visits Video on page
person Curated by Ethan Walker LyroVerse team
Reference snapshot

The page facts to cite before the commentary

Use this page for the lyric text, linked artist context, and any LyroVerse editor's note attached to the song. Listener comments remain user-generated and should not be treated as the primary source.

Page type: lyric reference Artist: Emicida Canonical path: /emicida/eminencia-parda-part-dona-onete-je-santiago-e-papillon Related lyric paths: 6 Video embedded: yes
Lyrics

Eminência Parda (part. Dona Onete, Jé Santiago e Papillon)

The lyric stays readable and compact here; the note and related paths sit nearby so you do not lose the song while looking for context.

[Dona Onete]

Muriquinho piquinino, muriquinho piquinino

Purugunta aonde vai, purugunta aonde vai

[Jé Santiago]

Escapei da morte, agora sei pra onde eu vou

Sei que não foi sorte, eu sempre quis tá onde eu tô

Não confio em ninguém, não

Muito menos nos po-po (fuck the police)

Dinheiro no bolso, meu pulso todo congelou (yeah)

Foi antes dos show (foi antes dos show)

Bem antes do blow (antes do blow)

Tava com meus bro, antes do hype e uns invejoso

Escapei da morte, agora sei pra onde eu vou

Sei que não foi sorte

[Emicida]

OK

Eram rancores abissais (mas)

Fiz a fé ecoar como catedrais

Sacro igual Torás, mato igual corais

Tubarão voraz de saberes orientais

Meu cântico fez do Atlântico um detalhe quântico

Busque-me nos temporais (vozes ancestrais)

Num se mede coragem em tempo de paz

Estilo Jesus 2.0 (carai, Jesus 2.0)

Caminho sobre as água da mágoa dos pangua

Que caga essas regra que me impuseram

Era um nada, hoje eu guardo o infinito

Me sinto tipo a invenção do zero

Não sou convencido (não), sou convincente

Aí, vê na rua o que as rima fizeram

Da pasta base pra base na pasta, o mundão arrasta

A milhão minha casta voa, ping-pong

Afasta bosta, basta, mente Rasta vibra

Recalibra o ying-yang

Igual um cineasta, eu busco a fresta, ofusco a festa

Mira a testa, eu mando o Kim Jong (Masta)

Eu decido se cês vão lidar com King ou se vão lidar com Kong

Em ouro tipo asteca, vim da vida seca

Tudo era o Saara, o Saara, o Saara

Abundância meta, tipo Meca

Sou Thomas Sankara que encara e repara

Pique recém-nascido, cercado de xeca

Mescla de Vivara, Guevara, Lebara

Minha caneta tá fudendo com a história branca

E o mundo grita: Não para, não para, não para

Então supera a tara velha nessa caravela

Sério, para, fella, escancara tela em perspectiva

Eu subo, quebro tudo e eles chama de conceito

Eu penso que de algum jeito trago a mão de Shiva

Isso é Deus falando através dos mano

Sou eu mirando e matando a Klu

Só quem driblou a morte pela Norte saca

Que nunca foi sorte, sempre foi Exu

Meto terno por diversão

É subalterno ou subversão?

Tudo era inferno, eu fiz inversão

A meta é o eterno, a imensidão

Como abelha se acumula sob a telha

Eu pastoreio a negra ovelha que vagou dispersa

Polinização pauta a conversa

Até que nos chamem de colonização reversa

[Papillon]

Não tem dor que perdurará

Nem o teu ódio perturbará

A missão é recuperar

Cooperar e empoderar

Já foram muitos anos na retranca (retranca)

Mas preto não chora, mano, levanta (levanta)

Não implora, penhora a bandeira branca

Não cansa a garganta com antas, não adianta não

Foco e atenção na nossa ascensão

Fuck a opressão (ya)

Não tem outra opção

Até estar tudo em pratos limpos, sem sabão (ya)

A partir de agora é papo reto sem rodeio

Olha direto nos olhos de um preto sem receio

Dizem que eu cruzei a meta

Pra mim nem comecei

Cheguei, rimei, ganhei, sou rei

[Jé Santiago]

Escapei da morte, agora sei pra onde eu vou

Sei que não foi sorte, eu sempre quis tá onde eu tô

Não confio em ninguém, não

Muito menos nos po-po (fuck the police)

Dinheiro no bolso, meu pulso todo congelou (yeah)

Foi antes dos show (foi antes dos show)

Bem antes do blow (antes do blow)

Tava com meus bro, antes do hype e uns invejoso

Escapei da morte, agora sei pra onde eu vou

Sei que não foi sorte, eu sempre quis tá onde eu tô

[Dona Onete]

Muriquinho piquinino, muriquinho piquinino

Purugunta aonde vai, purugunta aonde vai

Quick answers

What this page can answer fast

Who performs "Eminência Parda (part. Dona Onete, Jé Santiago e Papillon)"?

Emicida performs "Eminência Parda (part. Dona Onete, Jé Santiago e Papillon)", and this lyric page sits inside the Emicida catalog on LyroVerse.

Are there related songs to explore after "Eminência Parda (part. Dona Onete, Jé Santiago e Papillon)"?

Yes. The related section below points to Hoje Cedo (part. Pitty) and A Cada Vento with a short reason for opening each page next.

Where can I find more songs by Emicida?

Use the artist link near the top of the page or the related paths section below to keep moving through Emicida's lyric pages.

Song Room

Interpretations, questions, and corrections for this song

Interpretations, questions, memories, and correction notes live together here. The room stays noindex while the best insights are reviewed.

Open Song Room
0 followers Selected insights only surface after moderation
Listener comments

What people are saying

0 comments
Add a short interpretation or memory

A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.

Sign in to post the first listener note. Reporting stays open to everyone.

No listener comments on Eminência Parda (part. Dona Onete, Jé Santiago e Papillon) yet.