A fruta mantém o veneno que finda a fome
Que lucre a morte
O espaço que sobra é pequeno e confina quem falta
O inseto que voa sem peso equilibra na lâmina
Logo, de novo, extintos, petróleo da outra geração
Somos nada então volte ao pó
A boca nos mantem refém, o sangue salga a máquina
O gosto irá passar do ponto de aceitar
A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.
Sign in to post the first listener note. Reporting stays open to everyone.