[Poema de Álvares de Azevedo musicalizado por Fabiano Fontes]
(eu)
Cavaleiro das armas escuras,
Onde vais pelas trevas impuras
Com a espada sangüenta na mão?
Por que brilham teus olhos ardentes
E gemidos nos lábios frementes
Vertem fogo do teu coração?
Cavaleiro, quem és? o remorso?
Do corcel te debruças no dorso...
E galopas do vale através...
Oh! da estrada acordando as poeiras
Não escutas gritar as caveiras
E morder-te o fantasma nos pés?
Onde vais pelas trevas impuras,
Cavaleiro das armas escuras?
Macilento qual morto na tumba...
Tu escutas na longa montanha
Um tropel, teu galope acompanha
E um clamor de vingança retumba
Cavaleiro,quem és? - que mistério,
Quem te força da morte no império
Pela noite assombrada a vagar?
(o fantasma) [2x]
Sou o sonho de tua esperança,
Tua febre que nunca descansa,
O delírio que te há de matar!...
A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.
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