"Tô" de mal com a vida já não sei o que fazer
Com tanto solidão, a mulher me abandonou,
Me fez de pano de chão,
Me trocou por um panaca que diz ser o seu patrão
Agora sai todo dia de carrão importado,
Toma banho de banheira, anda cheia de empregados
E faz o que "dá na teia", enquanto eu encho a cara
Bebo a semana inteira
Ela saia trabalhar, que moça mais faceira,
quando chegava em casa sempre naquela canseira
eu pedia ela dizia dar duro todo dia com o patrão
em cima dela
Eu com pena da coitada me matava de trabalhar,
com o dinheiro que ganhava nem dava pra bajular
enquanto ela e o patrão que parecia um bobão
viviam sempre a me enganar.
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