Vento sai do meu cabelo
Despenteia o tempo
Faz ele parar
Companheira do destino
A sorte anda em par pra me guiar
Rede que balança a vida
Preguiça bandida vem pra me levar
Feiticeira de menino
Meu santo é forte
É shiva, é iemanjá...
E lá vou eu na escrita que a dor vem me ditar
E lá vou eu, retrato de vida a se pintar
Saia de chita ou de renda
Menina fagueira dança pra encantar
Pra de irmão do lado
O meu tempo é pouco, quero namorar
Casa de barro sem telha,
Mesa sem cadeira
Céu a me abrigar
Pensamento de criança
No rosto o tempo deu de me marcar
E lá vou eu na escrita que a dor vem me ditar
E lá vou eu, retrato de vida a se pintar
Quero uma brisa louca ou uma vida pouca
Passe pra contar que a vida é brincadeira
Escreve na areia pra vento apagar
Que a vida passe à toa
Brincadeira boa e um tom pra eu cantar
E lá vou eu na escrita que a dor vem me ditar
E lá vou eu, retrato de vida a se pintar
A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.
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