O Último Dia Na Terra (part. Arthur e Flocos)
Read O Último Dia Na Terra (part. Arthur e Flocos) lyrics by Harley Silva on LyroVerse, with linked artist context and related song paths.
The page facts to cite before the commentary
Use this page for the lyric text, linked artist context, and any LyroVerse editor's note attached to the song. Listener comments remain user-generated and should not be treated as the primary source.
O Último Dia Na Terra (part. Arthur e Flocos)
The lyric stays readable and compact here; the note and related paths sit nearby so you do not lose the song while looking for context.
A paz acabou o amor morreu
Quem na terra ainda ficou
Infelizmente se vendeu
Os seres humanos que restaram
Se definham na névoa fria
E não existem mais animais
E nem sabemos se teremos um outro dia
As folhas do outono tocam o chão sombrio
A poeira e a sujeira invadem o mundo vazio
O vento sopra o meu fluido lacrimal
Onde meu nervo ótico não me diz o que é real
Meu coração nem esboça reação
Quando olho para baixo e não vejo meus pés no chão
Não espero o amanhã hoje é o final
E se vier um amanhã com certeza não é real
Minha retina acostumou se com a rotina
De quem largou a forca pra encarar a guilhotina
E vejo um mundo imundo as margens da matança
E um pai de família na filha sem esperança
A mãe chora pelo filho que se perde no caminho
E vira alvo apontado pelo dedo do vizinho
A semente da mentira todo dia a irrigamos
Reclamamos se colhemos aquilo que plantamos
Aprendemos no passado que o futuro é consequência de um presente
E se tivessem lhe passado no passado
Que o futuro ia se tornar um presente
Pois no futuro o maior presente e poder se lembrar do passado
E quem presente infelizmente já vai ter passado
E eu chorei quando a última folha tocou a terra
Não acreditei matamos a paz criamos a guerra
E eu chorei quando a última folha tocou a terra
Não acreditei matamos a paz criamos a guerra
Quem nunca se sentiu só
Esteve na pior do outro teve dó
Viu o mano virar pó
O dinheiro desperta a ganância
Mas a fé renova e traz com ela a esperança
Por causa de herança
A família se desfaz assim
Como uma criança meu povo tem sede de paz
O teu preço foi pago na cruz
Me libertou da escuridão e me trouxe pra luz
Jesus como eu pude viver
Tanto tempo perdida sem no seu nome crer
Hoje eu agradeço por ter me libertado
E deixo essa mensagem para os meus aliados
Logo após o amor ter entrado em extinção
Era tarde pra intender o Evangelho de João
Até a morte irmão havia sido erradicada
Mas pela profecia não medicina avançada
E pelos quatro cantos
No meu quarto canto
Quase tenho um infanto
Dentro do meu quarto em pranto
As lágrimas percorrem o rosto de quem cantava
É exposto o desgosto de quem sempre encantava
Criamos a guerra, pois ainda compensa
Entre Obama e Ossama eu não vejo diferença
Abriram mais um selo o mundo se rachou
E ainda deu uma treta quando a trombeta tocou
Infelizmente na linha de frente agente continua perdido
É mulher matando filho tudo a mando do marido
É neguim enquadrando os próprios manos na rua de trás
Afastando a clientela aproximando policiais
Meu Deus
What this page can answer fast
Who performs "O Último Dia Na Terra (part. Arthur e Flocos)"?
Harley Silva performs "O Último Dia Na Terra (part. Arthur e Flocos)", and this lyric page sits inside the Harley Silva catalog on LyroVerse.
Where can I find more songs by Harley Silva?
Use the artist link near the top of the page or the related paths section below to keep moving through Harley Silva's lyric pages.
Interpretations, questions, and corrections for this song
Interpretations, questions, memories, and correction notes live together here. The room stays noindex while the best insights are reviewed.
What people are saying
No listener comments on O Último Dia Na Terra (part. Arthur e Flocos) yet.
A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.
Sign in to post the first listener note. Reporting stays open to everyone.