Hoje lá fora me deparei
Com um cara igual a mim, fiquei sem voz
Por um segundo todos ficaram iguais
Caras, crachás, cartões de crédito
Carros importados, gravatas e ternos
Grifes importadas e onde está seu coração?
Agora eu não sei o que faz sentido
Se todos aqui são iguais a mim
Já não sei mais viver minha paz
Sempre no meio de tantos ais
Eu quero ver quem é capaz
Nessa terra de clones
Nós somos normais
Somos agora todos iguais
Somos clones praticamente banais
Bolsos vazios, caras no lixo
A igualdade involuntária
Por que o dinheiro paga um sorriso teu
Se um dia você morre sem dizer adeus?
E os seus filhos loucamente ainda gritam o seu nome
Não nos abandone
Não aqui, não agora, não assim
Já não sei mais viver minha paz
Sempre no meio de tantos ais
Eu quero ver quem é capaz
Nessa terra de clones
Nós somos normais
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