Esperando a poesia na beira da estrada
Eis que nada vem
Quem sabe caí do céu
Ou do vento vaga
Eis que nada vem
Passou um caminhão
E no pára-lama
E que tava o "trem"
E a letra lá no fim do estribilho
Chegou se acochambrando
Com olhar atento
Os versos se perderam
Entre um sinal e outro
E o poema foi se esvaecendo
Onde é e eu me encaixo
Diz a rima à outra o refrão num berro
Se desaponta
Com a introdução de alguém
Hein? Que negócio é esse
Hein? Isso não me apetece
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