Jari Terres
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De Rédeas Na Mão

De Rédeas Na Mão lyrics by Jari Terres. Nos olhos tristes dos homens humildes Que ergueram querências para todos nós Há uma denúncia de pátria morrendo E o...

Jari Terres visibility3 visits
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Lyrics

De Rédeas Na Mão

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Nos olhos tristes dos homens humildes

Que ergueram querências para todos nós

Há uma denúncia de pátria morrendo

E o tempo gemendo no timbre da voz

Criaram a pátria mimada no colo

Raízes no solo, taquaras ao vento

Iguais sinamomos com ocos da vida

A casca franzida, roídas por dentro

Vontade cansada, fraquejam os brios

Nos rostos sombrios, barbas de moirão

No gesto, a amplidão de várzea pampeana

E mel de lixiguana no coração

No gesto, a amplidão de várzea pampeana

E mel de lixiguana no coração

É desses humildes que falam meu verso

Por ele, converso chamando a razão

Respeitem o jeito de um ser de a cavalo

Eu sei do que falo, tenho rédeas na mão

É desses humildes que falam meu verso

Por ele, converso chamando a razão

Respeitem o jeito de um ser de a cavalo

Eu sei do que falo, tenho rédeas na mão

Opacas auroras num mate lavado

Fogão apagado, cambona que esfria

Morada vazia, adeus na porteira

E a vida povoeira pro resto dos dias

São tantos olhares e mão calejadas

Perdidos na estrada de um rumo melhor

Cresceram saudades, minguando esperança

E a vida se canda lambendo o suor

Tisnaram os sonhos dos nobres rurais

Esteios morais deste sul brasileiro

Semearam taperas, trocaram valores

Pelos corredores, se mudam campeiros

Semearam taperas, trocaram valores

Pelos corredores, se mudam campeiros

É desses humildes que falam meu verso

Por ele, converso chamando a razão

Respeitem o jeito de um ser de a cavalo

Eu sei do que falo, tenho rédeas na mão

É desses humildes que falam meu verso

Por ele, converso chamando a razão

Respeitem o jeito de um ser de a cavalo

Eu sei do que falo, tenho rédeas na mão

É desses humildes que falam meu verso

Por ele, converso chamando a razão

Respeitem o jeito de um ser de a cavalo

Eu sei do que falo, tenho rédeas na mão

É desses humildes que falam meu verso

Por ele, converso chamando a razão

Respeitem o jeito de um ser de a cavalo

Eu sei do que falo, tenho rédeas na mão

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