Dos por de sois que guardo nas retinas
Apartei um pra entregar a ti
Estava tarde a adorar lonjuras
Segredando juras ao rio Ibicuí
Das noites claras eu guardei a prata
Das corticeiras a mais bela flor
Roubei um verso com a mais xucra rima
De uma obra prima de algum payador
Matiei solito nas manhãs de julho
Contei domingos, esperei em vão
Segui teu rastro além das coxilhas
Pisando flechilhas noutra direção
Quem sabe a tarde não era tão bela
Quem sabe a prata não tinha valor
Talvez as rimas do verso roubado
Não tenham rimado com saudade amor
Mas tenho trunfo da fiel guitarra
Para ausências que virão depois
Cantigas novas que lembram remansos
E a sombra do rancho pra um mate a dois
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