Vai, se prepara, pinta, troca, apara
Espera, ensaia, decora, demora
Ouve, não ouve, o que houve?
A voz vem outra vez anunciar que por motivo de força maior
Depois de muito suor, temos que olhar ao redor
Sem indagar, volta e vai se limpar
Tirar, lavar essa cara e esperar que amanhã vá melhorar
Sonha que as luzes vão se acender
Sinta, corra e faça o que sabe fazer
E quando a realidade não deixar acontecer
Então chore baixinho pra ninguém perceber
Qual a parada dessa vez! Peraí! Bem ali!
É claro, um pouco mais pro lado
Naquele mato? Sim!
Mesmo assim, é ali que tudo vai recomeçar
Só temos que capinar e montar
Subir nossa lona e com ela o sonho de muitos e muitos iguais
Sem mais, bora que não temos tempo a perder
Sonha que as luzes vão se acender
Sinta, corra e faça o que sabe fazer
E quando a realidade não deixar acontecer
Então chore baixinho pra ninguém perceber
Às vezes até temos o que comer
Outras o aperto é cruel, mas como nem tudo é céu
Amanhã a alegria pode vir à tona
E debaixo dessa lona, corações e gerações
Sequer vão parar pra olhar e imaginar
Como é a vida por aqui e assim vamos seguindo
Levando sonhos e sorrisos e por dentro, eu, cada vez mais rico
Por ter feito parte da trupe no pequeno circo
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