Vai, vê se não apronta
Pagar as próprias contas
Diz muito sobre o quanto já cresceu
Vai e vê se não some do mapa, não some de mim
Mande uma notícia vez em quando
Conta como vai a vida, por onde anda
Faz tempo que não sei nada de você
Ponho a mesa pro café, traz o pão
Que eu vou esperar
Vem cá me dá um abraço, que falta você faz
Vem lembrar daquela gente toda, que a gente nunca mais viu
Ferve a água eu fiz um bolo
Senta, vamos conversar
Sem pressa, sem pesar
Tenho tanto pra contar
Gente é feito pra morrer e saudade pra matar
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