Luiz Marenco
Lyric guide

De Boca Em Boca

Read De Boca Em Boca lyrics by Luiz Marenco on LyroVerse, with linked artist context and related song paths.

Luiz Marenco visibility1 visits Video on page
person Curated by Ethan Walker LyroVerse team
Reference snapshot

The page facts to cite before the commentary

Use this page for the lyric text, linked artist context, and any LyroVerse editor's note attached to the song. Listener comments remain user-generated and should not be treated as the primary source.

Page type: lyric reference Artist: Luiz Marenco Canonical path: /luiz-marenco/de-boca-em-boca Related lyric paths: 6 Video embedded: yes
Lyrics

De Boca Em Boca

The lyric stays readable and compact here; the note and related paths sit nearby so you do not lose the song while looking for context.

Andam falando por aí, de boca em boca

Que a nossa fibra e nossa raça esmoreceu

E andam pisando em nosso pala

Quem consente é, certamente, porque a fibra já perdeu

Quem consente é, certamente, porque a fibra já perdeu

Nosso cobre na guaiaca anda minguado

Pela coxilha a nuvem negra campereia

A pátria grande olha pra além do horizonte

E, aqui nos pago', a incerteza nos maneia

A pátria grande olha pra além do horizonte

E, aqui nos pago', a incerteza nos maneia

E andam falando por aí, de boca em boca

Que a nossa fibra e nossa raça esmoreceu

E andam pisando em nosso pala

Quem consente é, certamente, porque a fibra já perdeu

A nossa garra vem dos tempos das patreadas

A nossa fibra é a semente do passado

E o destemor é porque nunca aqui nos pagos

Por estrangeiros, nosso pala foi pisado

E o destemor é porque nunca aqui nos pagos

Por estrangeiros, nosso pala foi pisado

Andam falando por aí, de boca em boca

Que a nossa fibra e nossa raça esmoreceu

E andam pisando em nosso pala

Quem consente é, certamente, porque a fibra já perdeu

Meus irmãos, abram gaitas e gargantas

Numa canção que leve a fé por onde ande

E um canto livre há de elevar-se das coxilhas

Mostrando a raça deste povo do Rio Grande

E um canto livre há de elevar-se das coxilhas

Mostrando a raça deste povo do Rio Grande

Deixem que eles falem por aí, de boca em boca

Pois a nossa fibra e nossa garra não morreu

E ninguém pisa em nosso pala

Quem consente é, certamente, porque a fibra já perdeu

O sangue guapo dos heróis e dos valentes

Que ainda corre adormecido em nossas veias

Há de aquecer-se em novas rondas e vigílias

Nos dando força pra arrebentar as maneias

Há de aquecer-se em novas rondas e vigílias

Nos dando força pra arrebentar as maneias

Deixem que eles falem por aí, de boca em boca

Pois a nossa fibra e nossa garra não morreu

E ninguém pisa em nosso pala

Quem consente é, certamente, porque a fibra já perdeu

E quem consente é, certamente, porque a fibra já perdeu

Quick answers

What this page can answer fast

Who performs "De Boca Em Boca"?

Luiz Marenco performs "De Boca Em Boca", and this lyric page sits inside the Luiz Marenco catalog on LyroVerse.

Are there related songs to explore after "De Boca Em Boca"?

Yes. The related section below points to De a Cavalo and A Sombra da Saudade with a short reason for opening each page next.

Where can I find more songs by Luiz Marenco?

Use the artist link near the top of the page or the related paths section below to keep moving through Luiz Marenco's lyric pages.

Song Room

Interpretations, questions, and corrections for this song

Interpretations, questions, memories, and correction notes live together here. The room stays noindex while the best insights are reviewed.

Open Song Room
0 followers Selected insights only surface after moderation
Listener comments

What people are saying

0 comments
Add a short interpretation or memory

A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.

Sign in to post the first listener note. Reporting stays open to everyone.

No listener comments on De Boca Em Boca yet.