Cidade Mal Assombrada (part. Alienação Afrofuturista, Thestrow, Janluska e Morenno Mongelos
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Cidade Mal Assombrada (part. Alienação Afrofuturista, Thestrow, Janluska e Morenno Mongelos
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Enquanto o cidadão dormia minha mão escrevia
Pensei analisei isso é de lei ouvia
Ecos do tiroteio na Matina Cruz credo
Mal do século dos homens modernos australopitecos
Inocente frio, fome e nem sabe o que adoece
Hipinose de iPhone e Nextel nas preces
Trocando os click clack trilha dos opala é rap
Só os chefes nos flat reflexo para os moleque
O caminhão passou, quem anotou a placa?
O produto é contrabando leite que azedou a vaca
Cagueta não se cria logo cai
De jaca de couro, gorro, corro bença pai
Cadeia alimentar o mundo é um zoológico
Inimigo não entra no meu psicológico
Pra poder arrancar até o que eu nem sabia
O patrão é metódico e troca a noite por dia
Cidade mal assombrada
Dedico a quebrada cada rima que eu lançar
Morte sentada no banco da praça tomando uma cachaça
Não espere a vida passar
Tem que saber chegar
Respeito é a receita na porta do beco há uma face que se deita
Dog do lado do dono
Dívida externa se você não tem fé nem saia da caverna
Lá fora o bicho pega e pega feio
É o trem desgovernado e na banguela vem sem freio
Eu estava ali no meio e saí sem pedir
Prefiro incomodar com essa letra do que mentir
Cidade mal assombrada, dedico à quebrada cada rima que eu lançar
Morte sentada no banco da praça tomando uma cachaça
Não espere a vida passar
Cidade mal assombrada, dedico à quebrada cada rima que eu lançar
Morte sentada no banco da praça tomando uma cachaça
Não espere a vida passar
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