Deixe a ferida arder em meu peito
Preciso vê-la cicatrizar (regenerar)
Como um pária com armas em punho
E a ilusão da certeza a seus olhos vendar
Um recomeço me aguarda
Olhos em chamas sede de vitória
Desafiei caronte e sobrevivi
Atacando corvos e serpentes
Eu ou nós, com raiva de todos
Seguem sós, rondados por corvos
Além da lei, não se pode temer
O que te espera, depois do fim
O mundo visto dos meus olhos
Não é o mesmo visto dos seus
O mundo visto dos meus olhos
Não é o mesmo depois do fim
Vingança e justiça se entrelaçam na vontade de seguir
E assim ergo dos destroços
Cordas em meu pescoço tentam me parar
Tentam me parar
Além da lei, não se pode temer
O que te espera, depois do fim
Além da lei, não se pode temer
Além da lei, não se pode temer
(Vingança e justiça se entrelaçam na vontade de seguir
E assim ergo dos destroços
Cordas em meu pescoço tentam me parar)
O mundo visto dos meus olhos
Não é o mesmo visto dos seus
O mundo visto dos meus olhos
Não é o mesmo depois do fim
A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.
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