Sentado lá, cansado refletindo sobre o que ele nunca teve
Se perguntando onde será que tudo começou a dar errado
Lembrou do velho que comprou um caco de vidro achando que era um diamante
E de todas as pessoas ao redor que podiam tê-lo avisado
E do joalheiro que não têm
Pena de ninguém
Muito menos de um velho ranzinza
Teimoso e surdo
Sentado lá, cansado imaginando como que teria sido
Se ele não passasse tanto tempo lá sentado imaginando
E lembrando da menina solitária que se achava a mais bela
Que passou a vida inteira sem saber porque ninguém gostava dela
E daquele seu espelho, antes cruel e honesto até demais
Feriu um ego cego, como ela ignorado, mas capaz
Passei o dia inteiro tentando
Entender, o que veio primeiro e falhando
O ego frustrado
Ou o espelho quebrado
Porque eu não quero mais sete anos
De azar
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