Um menino na porteira,
Muito triste me avisou,
Não vá adiante,
Me escute por favor.
Cuidado seu moço,
Não vá ultrapassar,
Este é o limite,
É melhor voltar.
Lhe joguei uma moeda,
E sai apressado,
Nem me preocupei,
Com o final do seu recado.
Galopei um bom tempo,
Querendo logo chegar,
Quando olhei pra cima,
Senti o sangue gelar.
Um olhar profundo,
Boca a espumar,
Era um touro bravo,
Pronto a me matar.
Eis que neste instante, um
Berrante tocou, e um brilho
Prateado o touro assustou.
Ao me levantar,
Qual a minha surpresa,
Ao meu lado,
O menino da porteira.
Olhei a minha mão, aí que
Reparei, o brilho que eu vi,
Era da moeda que lhe dei.
Sem muito entender,
Quis lhe perguntar,
O menino chorando,
Começou a falar.
Olha aqui seu moço,
Esta é a minha missão,
Quem por aqui passar,
Tem a minha proteção.
Lhe joguei a moeda,
Novamente agradecido,
Quando olhei pra trás,
O menino tinha sumido.
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