Da janela do prédio, vejo carros passando
Pessoas andando sem parar
Há tantas vidas lá fora, são muitas histórias
Do oitavo andar.
Daqui é tudo bonito, olhar o infinito
Desde o amanhecer, vai passando o dia.
Vejo poesia no entardecer
Mas um dia se vai, com a noite que cai
Vamos olhando, somos todos um
Cada vida em comum, só observando
Será coisas banais, ou pra você tanto faz
Mas deixa eu lhe dizer, é fácil entender
Vou mostrar pra você, que podemos ver
Quanto podemos ver
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