Quando, em dores, na terra inda, vivia
Caminhando em aspérrimas estradas
Via presas do pranto e da agonia
Almas feridas e dilaceradas
Escutava a miséria que gemia
Dentro da noite de ânsias torturadas
Treva espessa da senda tão sombria
Das criaturas desesperançadas
E eu, que era irmã dos grandes sofredores
Sofria, crendo que tais amargores
Encontrariam termos desejados
E confiada na crença que tivera
Cheguei à luz da eterna primavera
Onde há paz para os pobres desgraçados
A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.
Sign in to post the first listener note. Reporting stays open to everyone.