Nelio OJ
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Todos Contra Todos

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Lyrics

Todos Contra Todos

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Todos contra todos

Todos contra todos

Todos contra todos

O preconceito com a favela já virou costume

Lutamos contra o povo nessa terra sem costumes

Todos contra todos, mano, é todos contra todos

Mano é todos contra todos

O preconceito com a favela já virou costume

Lutamos contra o povo nessa terra sem costumes

Todos contra todos, mano, é todos contra todos

Mano é todos contra todos

Nessa guerra, holofotes brilham pela brisa

Bom amigo sempre fala o meu nunca avisa

Entra neste mundo falso mano morres cedo

Já me julgas pela cor da minha pele preta

Nesta guerra muitos morrem e poucos sobrevivem

Uma luta sem princípio mata, mas sem pressa

Thomas Hobbes neste game

Me chamem leviatã

Segurança na cintura essa é minha data

Força com poesia a que matamos só no rap

Guerra sob guerra a que matamos nosso irmão

Trabalho mais maduro vendemos a preço mas barato

O mundo, mas perfeito que o nosso não existe

Sem medo encaro meu presente como o pesadelo

Puto revoltado que não vive sem duelo

Fui apedrejado pelo homem mais perfeito

E sem riquezas nessa terra vives sem direito

Liberdade não existe se não ter efeito

Não entendo a vossa causa pelo pacifismo

Lutamos contra nós sem perder a guerra

E quando ganhas ficas preso fora da cinzela

Jovem revoltado tenho a mente mas aberta

Sem receita abrigo versos nessa linha reta

Caixa preta sem caneta afeto no planeta

Todos contra todos uma guerra sem poeta

O preconceito com a favela já virou costume

Lutamos contra o povo nessa terra sem costumes

Todos contra todos, mano, é todos contra todos

Mano é todos contra todos

O preconceito com a favela já virou costume

Lutamos contra o povo nessa terra sem costumes

Todos contra todos, mano, é todos contra todos

Mano é todos contra todos

Manifesto pela guerra pela fome e tudo

O mundo está virado e nunca fui sortudo ofusco

Sou um primata diferente fui além do fogo

A verdade dura pouco e pouca gente escuta

Se não fosse por dinheiro o mundo seria livre

O povo dominado por mentiras e promessas

O meu sangue ferve e fica muito venenoso

Mano eu lamento quando vejo merdas na TV

Dizem Nélio só lamenta e nunca faço nada

Mas vale apena lamentar nesse microfone

Do que calar e aceitar e tampar o Sol com pineira

Enquanto nos matamos por dinheiro, ganância e poder

Muita religião, mas o Deus é o mesmo

Só não sei se vou lutar contra a sua fé

Apenas sou um poeta sem poema nessa estrofe

Caminhando pelo cutucando a ferra

Já não tenho medo de morrer a tiro ou faca

Me enfrenta pela frente e nunca pelas costas

Povo clama pela fome sem dinheiro

Sem emprego somos iludidos pelo crime

Criticado sem motivo eu vejo sangue-frio

E quanto, mas eu desabafo, mas oh, triste eu fico

A testemunha deste verso preso nesta rima

E Sem ninguém eu manifesto nessa terra minha

A cor da minha pele está brilhando nessa guerra

A tempestade da mentira está fugindo a ferra

E desta forma que eu sinto o mundo está chorando

O seu veneno está caindo em pedaços flutuantes

Jovem revoltado tenho a mente mas aberta

Sem receita abrigo versos nessa linha reta

Caixa preta sem caneta afeto no planeta

Todos contra todos uma guerra sem poeta

O preconceito com a favela já virou costume

Lutamos contra o povo nessa terra sem costumes

Todos contra todos, mano, é todos contra todos

Mano é todos contra todos

O preconceito com a favela já virou costume

Lutamos contra o povo nessa terra sem costumes

Todos contra todos, mano, é todos contra todos

Mano é todos contra todos

O preconceito com a favela já virou costume

Lutamos contra o povo nessa terra sem costumes

Todos contra todos, mano, é todos contra todos

Mano é todos contra todos

O preconceito com a favela já virou costume

Lutamos contra o povo nessa terra sem costumes

Todos contra todos, mano, é todos contra todos

Mano é todos contra todos

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