Vem do fundo do quintal, o seu tempero, iaiá
Que o povo sambar
Quero provar teu sabor
Aprendi lá no Salgueiro
Que o grande segredo é um toque de amor
Salgueiro, meu celeiro
Raiz que cultivo no meu coração
Conta que o índio pescava na aldeia
E nas noites de lua cheia...
Viajava na imaginação.
E navegadores de além horizonte
Vieram explorar o ouro abundante
E foram tantos bandeirantes por Minas Gerais
Um elo (ôôô) que une as raças no amor
Da sinhazinha apaixonada,
De saia rendada e perfume de flor
Ao negro que cansado minerava
Olhando as estrelas, cantou sua dor
Oh meu pai do céu, mata a minha fome
Eu só me alimento de fé e saudade
Que brote a liberdade nesse chão
E adoce o gosto amargo da escravidão
Panela de Ferro e pilão
A chama permanece acesa
Queimando a lenha no fogão
Fazendo os quitutes pra mesa
Farinha pro caldo engrossar
Morena cê tem que mexer
Cachaça queimando a garganta, divino prazer
Minas... tu tens a imagem da Mãe do rosário
Que "Ora por nos" e me dá proteção
Assim como a minha menina
Que passa e desperta a paixão
Você é um doce deleite pro meu coração
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