É que um dia bate a nostalgia do passado
E o que eu faço é transformar em poesia
Sou um poeta cheio de gíria
Na cabeça junta a memória de tudo
Que de uma forma me torna vulnerável, sem escudo
Estúpida é minha mente
Que me faz entender que é normal da vida
Mas não me prepara pra hora da despedida
E mal eu fico enquanto o peito ardia
Dias penso, é tarde pra despedida
Cê se foi sem me dar tchau
Então se vai, em paz
Enquanto eu me lembro de tudo
E de luto eu luto uma luta contra mim mesmo, lamento
Animais, seres humanos, incapazes de amar
Debaixo dos destroços o que sobra é sofrimento
É que ninguém se vai devendo
Sempre é quitada a dívida
E quem devia com juros pagava com a própria vida
E de novo a nostalgia daquilo que já não volta
Aqui dentro bate a revolta
Saudade do tio Farinha
Então se vá em paz, então se vá
É que todo fim é feito pra recomeçar
Deixe a luz te guiar
Pra ela me aliviar
E esse dilúvio de lágrimas me purificará
Oh, Pai
Abençoai seus filhos
E dê a eles o entendimento da perda, Senhor
O fim é simplesmente o início
Pra eles e pra nós
Amém
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