Sangue Frio
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Sangue Frio
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Cá de cima ou lá de baixo
Verdadeiro no que faço
No que digo e no que escrevo
Lá de cima ou cá de baixo
Em Sintra ou noutra cidade
Não faltam capacidades
Nem rimas de alto relevo
Cá de cima ou lá de baixo
Verdadeiro no que faço
No que digo e no que escrevo
Lá de cima ou cá de baixo
Em Sintra ou noutra cidade
Não faltam capacidades
Nem rimas de alto relevo
E eu revelo que aquilo
Que eu não digo agora um dia se repele
Tranquilo porque quem tiver de ouvi-lo
Vai senti-lo na pele e vai senti-lo no pêlo
Eu não preciso de estilo
Nem pausa pra ganhar duelos
Nasci num castelo
Mas nunca cheguei a viver nele
Cresci na casa de um guerreiro
E agora nunca mais vou vê-lo
Dei o baza pra Albufeira
E agora tou a vivê-las
Yeah, uhn
E agradeço às estrelas
E àqueles que vivem nelas
Algueirão e Albufeira
Cidades mais que paralelas
Com um beirão à minha beira
Sinto o peso das sequelas
Mas eu só quero esquecê-las
E vou de qualquer maneira
Na estrada com os meus fellas
Cá de cima ou lá de baixo
Verdadeiro no que faço
No que digo e no que escrevo
Lá de cima ou cá de baixo
Em Sintra ou noutra cidade
Não faltam capacidades
Nem rimas de alto relevo
Cá de cima ou lá de baixo
Verdadeiro no que faço
No que digo e no que escrevo
Lá de cima ou cá de baixo
Em Sintra ou noutra cidade
Não faltam capacidades
Nem rimas de alto relevo
E eu sei que a vida aqui é calma
Mas o vazio faz bem à alma
Nunca rejeito o love, bué people ouve
E um dia vou ouvir as palmas, nas calmas
A mandar pinta tipo dálmatas
Sem nunca olhar pra trás
Sempre na paz com os tropas
E com o meu Ás de Copas
O tempo corre
E eu fico à frente dele a contar notas
Mais no meu copo pra eu ficar tranquilo
E se o vinho tá esgotado boy, traz o barril, ya
Sempre distante mas com gente real
Sinto o tinto no corpo que torna o sangue frio, ya
Cá de cima ou lá de baixo
Verdadeiro no que faço
No que digo e no que escrevo
Cá de cima ou lá de baixo
Lá de cima ou cá de baixo
Cá de cima ou lá de baixo
Não faltam capacidades
Nem rimas de alto relevo, hm
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