Orquestra Manancial da Alvorada
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Penne da Crypta

Penne da Crypta lyrics by Orquestra Manancial da Alvorada. No desespero o jovem corvo grita e na calça esmaga sua genital Acreditando, em insolência, que tudo...

Orquestra Manancial da Alvorada visibility2 visits
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Lyrics

Penne da Crypta

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No desespero o jovem corvo grita e na calça esmaga sua genital

Acreditando, em insolência, que tudo aquilo era normal

Encara, esbugalhado, o verde campo artificial

Prometendo aos seus progenitores futuro zelo especial

Mentira, deseja, te tira dessa cruz e seja o que o teu Deus quiser

O solo só veste com vida quando apodrecida a carne estiver

Defunto de pé junto tem lugar marcado lá no meu festim

E a vida só é mais que a morte quando os olho dele estiver em mim

Vou dividir piscina com kaiowás vítimas da carnificina

Jogar pebolim com uma vencida verde cinzenta versão de meu mim

Lugar pra almoça até as 14, resolve problema traz logo esse fim

O beijo do frio aquece esse corvo, transforma angústia em jardim

E tudo isso é bomba!

Mas peralá

Mas se o defunto vai, quem é que vai paga toda as prestação?

Dá pra ficar sem pagar, não dá pra ficar cas prestação!

Se o defunto vem, vai sobrar ninguém pra ser ganha-pão!

Dá pra ficar, sem botar, não dá pra ficar, mesa no pão!

Mas se o defunto vai, quem é que vai paga toda as prestação?

Dá pra ficar, sem pagar, não dá pra ficar, nas prestação!

Se o defunto vem, vai sobra ninguém pra ser ganha-pão!

Dá pra ficar, sem botar, não dá pra ficar, mesa no pão

Parcelar sem pagar, parcelar na mesa, não no chão

Chão, chão!

Vou dividir piscina com kaiowás vítimas da carnificina

Jogar pebolim com uma vencida verde cinzenta versão de meu mim

Lugar pra almoça até as 14, resolve problema traz logo esse fim

O beijo do frio aquece esse corvo, transforma angústia em jardim

Verdade, não grita, não suja essa camisa nova que o teu pai vai ver

A carne só te ejacula quando o próprio solo for estremecer

Aos canto se somam profano apêndice, eu não quero crer

Entendo que a cruz minha é outra mas eu não consigo parar de sofrer

Por tudo que eu tenho te exijo que me aponte um fim

E a vida só é mais que a morte quando a casa-grande se for pros cupim!

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