Pego a cordeona no silêncio do meu rancho
Pra amadrinhar uma canção que vem da alma
Recorro anseios arrinconados no tempo
E só assim minha saudade se acalma
Lembro das noites de guitarra e serenata
Lua de prata a se aninhar no meu galpão
Sonhos tão lindos que deixei numa tapera
Ruge e quimeras do quintal do coração
Sonhos tão lindos que deixei numa tapera
Ruge e quimeras do quintal do coração
Tenho vontade de rever meus horizontes
Voltar às fontes ancestrais do meu rincão
E encontrar meu mundo antigo tão risonho
Que plantou sonhos num gaúcho coração
A vida passa mas o tempo não apaga
Toda essa mágoa que brota da solidão
Tantos recuerdos sempre vivos na lembrança
É uma esperança de voltar pro meu rincão
Quero voltar para o meu chão de primavera
Velha tapera que deixei mas não esqueço
Tomar um mate ao sabor da tarde calma
Lavar a alma e ter a paz de um recomeço
Tomar um mate ao sabor da tarde calma
Lavar a alma e ter a paz de um recomeço
Tenho vontade de rever meus horizontes
Voltar às fontes ancestrais do meu rincão
E encontrar meu mundo antigo tão risonho
Que plantou sonhos num gaúcho coração
A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.
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