As flores que desabrocham
Nas margens do Ivinhema
Parece que se escondem
Quando é noite de luar
As águas murmuram tristes
A solidão se debruça
A Lua chora e soluça
Talvez por me ver penar
Eu sofro longe da mulher amada
Que jurou querer-me
Ela partiu deste mundo
Se foram os sonhos meus
Um ramalhete de flores agrestes
Foi o meu presente
Meus olhos se orvalharam
Na hora triste daquele adeus
Perdeu todo o encantamento
A minha velha morada
Foi perdida a esperança
Para mim não tem mais flor
O chape-chape do remo
Nas águas do rio amigo
Parece chorar comigo
Entendendo minha dor
Eu sofro longe da mulher amada
Que jurou querer-me
Ela partiu deste mundo
Se foram os sonhos meus
Um ramalhete de flores agrestes
Foi o meu presente
Meus olhos se orvalharam
Na hora triste daquele adeus
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