Se um dia eu for embora de uma vez daqui
Não, não chores! Minha vida foi de um todo só pra ti
E a solidão que agora assola o teu pobre coração
É só o medo, o desejo infame de disputar compaixão
Frutas podres, folhas verdes logo, logo vêm ao chão
No silêncio desta selva de tijolos se ouve um som
E é só o mesmo desejo, o medo de sua própria invenção
Onde se prega o avanço míope das crianças pelo pão
Se é então verdade que a liberdade anda por aí
Vou fugir eu mesmo, enganar meu medo de ser feliz
E não pensar se fiz o melhor
Porque no fim, pra bem ou pra mal
O que importa, se estou só?
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