Clama um silêncio de várzea
Pelo pasto enserenado
E em cada cova de touro
Berram protestos calados.
E brota a flor do meu canto
- sol poente colorado -
Gritando a dor das ausências
Pelos meus antepassados.
O campo respeita os sonhos
Dos que vivem seu amor,
Valores que meras cifras
Não podem medir em dor.
Partilhas não legam honra
A quem história não traz
E o tempo faz sentença:
Toda fortuna é fugaz.
Quem foi campo e hoje é saudade,
Sabe a dor do que perdeu;
Cada grota e cada várzea
Conta um pouco do que é seu.
Em cada curva de sanga
Vive a luz de um ancestral.
Gritam vozes de invernadas
Clamando a dor de um final.
E o tempo fez sentença:
Partilharam meu ideal.
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