Inosuke Hashibira (part. Enygma)
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Inosuke Hashibira (part. Enygma)
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Na beira da morte memórias eu vi
Uma mulher que parece comigo
Atrás dela, a morte se vestiu
De um demônio
Sei pelos sentidos
Essa mulher que não desistiu
Pra salvar seu filho
Deu sua vida
Jogou toda a esperança num rio
E dali surgiu
Inosuke Hashibira
Cria da mata
Um rei da montanha
Senso apurado
Eu sou o instinto
Aquele que mata
É aquele que ganha
Só o mais forte
Mantém o sorriso!
É que na selva cê nem imagina
Me aprimorei com o passar dos dias
Tomei as espadas de dois caçadores
Viraram minhas presas e elas combinam
Cor tão cinza e asserrilhada
O cerrote inveja minha espada
Cabeça de javali
Homenagem a quem me salva
As feras que me ensinaram
Domei a minha guerra interna
Criei a partir do vento
A Respiração das Feras
Duas espadas nas mãos
Aka minhas presas
Sentiu na respiração
O poder das Bestas!
Duas espadas nas mãos
Aka minhas presas
Sentiu na respiração
O poder das Bestas!
É, parece tristeza
Mas levo minhas dúvidas
Numa jornada de caças
Eu que me quebrei
Sendo assim tão forte
Tem força que não se abraça
Eu fiz amizades
Tem laço que você até puxa
E aceite, não rasga
O caminho mais curto eu não quero
O caminho que eu quero
É virar um Hashira!
Eu vi as chamas de perto
Eu vi o peso dar tapa
Ver uma batalha perdida
Somada as dores de não fazer nada
Eu juro que não tô chorando
Gonpachiro, Monitsu
Prometam! Não morram meus manos!
É que essas luas não entendem
O lado humano não para
Imagine o meu lado besta
Quebrando de frente sua cara!
No fundo foi minha vingança
Insetos perderam suas asas
As flores dançaram comigo
O veneno foi posto na água
Alguns minutos depois
O mundo em silêncio gritava
Eu achei que veria minha morte
Vi a Lua se pôr numa sala
Achei que veria minha morte
Vi a Lua se pôr numa sala
Achei que teria mais sorte
Mas essa vitória é amarga!
Duas espadas nas mãos
Aka minhas presas
Sentiu na respiração
O poder das bestas!
Duas espadas nas mãos
Aka minhas presas
Sentiu na respiração
O filho das feras!
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